"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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18/05/2020
E não terminam os agravos
 

E não terminam os agravos

18 de maio de 2020

O sincretismo do Papa Francisco não tem limites.

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Por FratresInUnum.com

A humilhação pela qual os pontificados anteriores fizeram passar a Igreja chegou certamente, no último dia 14, ao seu ponto mais baixo: o dia de jejum e oração convocado por Bergoglio, em adesão ao convite feito pelo auto-proclamado Alto Comitê da Fraternidade Humana, é marco tão eloquente quanto pouco percebido pelo grande público.

Não se trata apenas de uma oração conjunta com feiticeiros, idólatras, satanistas, esotéricos, incrédulos e até ateus… Neste sentido, aquela jornada promovida por João Paulo II, em Assis, foi muito mais devastadora e escandalosa. Contudo, ali havia ainda um elemento de, imagine só!, “certa superioridade”: o evento fora convocado pelo papa.

Ao contrário, o dia de oração e jejum foi iniciativa do ímã de Al-Azhar, presidente do mencionado Alto Comitê da Fraternidade Humana, e, neste sentido, o chefe da Igreja Católica submeteu-se não apenas a uma autoridade extra-eclesiástica, mas a um organismo que tem pretensões de exercer certa catolicidade sobre o mundo, unificando todas as religiões numa fraternidade supra-católica, universal, sujeitando a Igreja a uma espécie de “supra-Igreja”.

A desculpa do COVID foi apenas a ocasião para levarem a termo aquele pacto firmado meses atrás, em que Francisco subscreveu a tese formalmente herética de que a pluralidade de religiões é expressão da vontade divina (mesmo que depois, em privado, tenha tentado restringir o sentido da frase a Dom Athanasius Schneider, dizendo que estava se referindo apenas à vontade permissiva de Deus), mas, desta vez, não como um ato restrito da pessoa do papa, mas como um evento que demandou o engajamento de todos os fiéis do mundo inteiro, os quais, sem se darem conta disso, estavam sendo induzidos a recrutarem-se nas fileiras da nova catolicidade globalista, aquela que reúne credos e anti-credos sob o mesmo humanismo progressista. Mesmo a maçonaria, que se pretendia exatamente uma sociedade humanista acima da Igreja e das demais religiões, jamais conseguiu tamanha sujeição pública de um papa… Bergoglio deu-lhos de presente!

Justamente numa situação tão preocupante como a que estamos vivendo, em que realmente precisaríamos mover a Igreja inteira à penitência e a oração, em que necessitamos mais do que nunca dos sacramentos e do socorro do céu, afronta-se a Deus com mais um ato de sincretismo ultrajante, desta vez atirando todos os fiéis no colo do demônio.

Terá sido uma mera coincidência que, justamente após as profanações nos jardins Vaticanos, com a entronização daquele ídolo denominado de Pachamama, no dia 6 de outubro, mesmo dia da abertura do Sínodo Amazônia, tenha sido dada uma nova mensagem de um Santo Anjo em Akita? –

“É bom que diga a todos: cubram-se de cinzas e rezem o rosário penitente todos os dias. E você tem de se tornar uma menina e oferecer sacrifícios todos os dias”.

Será também uma coincidência que justamente no dia da abertura do Sínodo da Amazônia, em 6 de outubro, parece ter ocorrido “um acidente perigoso” no Instituto de Virologia de Wuhan, de onde partiu a pandemia de coronavírus?

E, mesmo assim, os ultrajes não param de acontecer, Deus continua a ser ofendido e, pior, agora, a cúpula da Igreja Católica está completamente rendida à supremacia de outra “catolicidade”, mais universal, globalista. Bergoglio usou o papado para vender a nossa santa religião para os poderes mundanos mais hostis ao próprio cristianismo.

Enquanto isto, a OMS anuncia que poderemos viver uma pandemia contínua, como no caso do vírus HIV, o que implica aquilo que já dissemos em artigos anteriores: a proibição e banimento das formas de catolicismo tradicional.

Se a epidemia remodelará a religiosidade para submetê-la ao paganismo sincrético, o desastre econômico terá outro efeito: empreendedores italianos denunciam que, de repente, começaram a aparecer compradores chineses e árabes para os seus hotéis e demais empreendimentos, justamente aproveitando-se do colapso.

Há, realmente, algo de muito estranho por detrás de tudo que estamos vivendo em 2020. Parece que estão encaminhando todas as coisas para a emergência de uma nova supremacia econômico-religiosa.

Fato é que, sem adesão de Francisco à iniciativa do Alto Comitê, este seria um evento insignificante. Contudo, com a sua pronta adesão, ele demonstrou estar profundamente engajado no mesmo propósito, conduzindo a Igreja para um servilismo não apenas aos poderes políticos e mundanos, mas para um novo panteão, em que Jesus Cristo será posto em pé de igualdade com todos os ídolos pagãos.

Resta-nos desagravar e suplicar, pela penitência e a oração, pedindo que a Virgem Santíssima intervenha logo nesta confusão e salve a Igreja de tamanho vilipêndio.

Fonte: https://fratresinunum.com/2020/05/18/e-nao-terminam-os-agravos/

 
 
 

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