"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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12/10/2017
“A Imagem partiu-se, porque já estava quebrada nos nossos corações”.
 

“A Imagem partiu-se, porque já estava quebrada nos nossos corações”.

Aparecida triturada. Editorial do tricentenário.

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Em 1978, atentado de protestante despedaçou a Imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Por FratresInUnum.com – 11 de outubro de 2017

Há alguns dias, ganhou notoriedade a performance abominável executada por um pseudo artista brasiliense em que, segundo a descrição contida em seu site, “ele está nu e segurando a Imagem de Nossa Senhora Aparecida, bem na frente da genitália”. Com dor reproduzimos o relato do ato demoníaco: “Dirige-se compassadamente até o lugar onde estão o ralo e a gamela; ajoelha-se, se organiza com os três objetos e põe-se ao ritual inusitado de ralar a santa-de-gesso. Iconoclastia? Certamente (…)”.

Por fim, “o artista nu se banha (impregna) lenta e minuciosamente com pó branco da virgem (resto de uma santidade em ruínas) depositado na gamela (não por acaso, a gamela usada para comportar o bori nos rituais do Candomblé). Coberto (desaparecido) com a substância branca do gesso, ele se levanta e lentamente sai de cena. Entrou homem e saiu divindade”.

Em seu absurdo, o sacrílego gesto de iconoclastia, criminoso até segundo o leniente direito penal brasileiro, é bastante contundente, praticamente um símbolo: fala de uma realidade que está acontecendo diante de nossos olhos, realidade de algum modo assumida na Imagem de Aparecida.

Como não conectar o ato àquele terrível episódio do atentado à Imagem, ocorrido em 1978?… Naquela altura, o então  arcebispo de Aparecida, d. Geraldo Penido, declarou: “a Imagem partiu-se, porque já estava quebrada nos nossos corações”.

Aquela Imagem quebrada que surgiu no Rio Paraíba ante os pescadores comovidos fala de um cristianismo partido, que precisa se refazer; de uma fé esmigalhada, que necessita se recompor.

A iconoclastia sincretista do endemoninhado “artista” é a representação de uma religião que não cultua mais a Cristo, mas ao homem, erigido como seu centro, seu objetivo, seu único dogma.

Em 7 de dezembro de 1965, no encerramento do Concílio Vaticano II, o Papa Paulo VI disse que “o humanismo laico e profano apareceu, finalmente, em toda a sua terrível estatura, e por assim dizer desafiou o Concílio para a luta. A religião, que é o culto de Deus que quis ser homem, e a religião — porque o é — que é o culto do homem que quer ser Deus, encontraram-se”.

No Rio Paraíba, primeiro as redes retiraram a cabeça e, por fim, o corpo. Talvez aí haja uma significado contundente que devamos considerar: para unir novamente os membros da Igreja na profissão da fé, primeiramente precisa se converter a cabeça visível, o Papa e toda a hierarquia, para que todos os fieis retornem à unidade da religião do Verbo Encarnado.

Enquanto isso, a Igreja outrora militante se desfaz no mundo, mundaniza-se, profana-se, tritura-se.

Há notícias de que hoje, enquanto celebram-se os 300 anos de Aparecida, entre os artistas que figurarão no palco das comemorações estará a famosa Preta Gil. Bissexual assumida, orgulhosa por ter participado de orgias [link não recomendado], conhecida por sua afinidade com a causa LGBT e também pela vulgaridade de seu vocabulário [idem], a cantora desfilará entre as celebridades que homenagearão a Padroeira do Brasil.

Nossa Senhora Aparecida, Rainha do BrasilEm meio à comoção nacional por espetáculos blasfemos e que atentam contra a integridade moral das crianças e dos adultos, o silêncio conivente da Conferência Episcopal será interrompido apenas pelos aplausos à filha do ex-ministro da Cultura do governo Lula. De fato, parece que os pastores da Igreja querem continuar na lama… E, enquanto isso, triture-se a Igreja, desfeita na gamela do sincretismo, da blasfêmia, do culto aos contra-valores do homem moderno.

Não nos esqueçamos, porém, que aqueles três humildes pescadores não desistiram de perseverar. Continuemos a lançar as redes de nossa oração. Nossa fidelidade é aquilo que a Nossa Senhora usará para levantar nossos pastores da frustração e recompor a nossa pobre Igreja, largada nos fundos do lodo, ao lado da Santíssima Virgem.

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“Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”. Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós.

Fonte:https://fratresinunum.com/2017/10/12/editorial-a-imagem-partiu-se-porque-ja-estava-quebrada-nos-nossos-coracoes/

 
 
 

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