"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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04/03/2018
Simone Veil, a campeã do aborto na França, será sepultada no Panteão
 

Simone Veil, a campeã do aborto na França, será sepultada no Panteão

03/04/18 - 12:02 am

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por Corrispondenza Romana

Honrada na morte, da morte, pela morte. Há algo macabro na insistência republicana para reunir os despojos de seus grandes homens, mesmo mulheres, no templo sem rota de fuga, no fim dos destinos humanos. O Panteão reúne o conjunto dos "deuses" com dimensão humana, os cadáveres daqueles que não podem continuar trabalhando, nem para eles nem para nós.

A entrada anunciada de Simone Veil neste importante lugar maçônico agendado para o próximo dia 1 de julho, em companhia de seu marido, Antoine, que morreu em 2013, não será nem sequer um culto aos restos aguardando a ressurreição, mas a glorificação de um absoluto mortal que encarna perfeitamente o nosso tempo.

Haverá quem denunciará a "panteonização" daquilo que entrou na história como instrumento da legalização do aborto. Que símbolo horrível para destacar uma mulher que abriu as portas ao "genocídio franco-francês" (como disse Bernard Antony): não devemos nos indignar com essa recompensa póstuma, que coroa uma vida de celebrações quase unânimes nas esferas do poder daquela que foi, ao mesmo tempo, vítima de um dos piores genocídios da humanidade e uma pseudo benfeitora dela mesma por meio do apoio à mulher com uma lei de morte?

No final das contas, é um epílogo justo. Simone Veil no Pantheon é uma indicação da malícia contemporânea, como uma prova de fogo que indica a acidez de um líquido. Tem muitos méritos diante da cultura da morte. Nolens volens, fez todo o possível para impor uma lei que tenta fazer desaparecer a consciência do bem e do mal, fez isso na chave moderna, escondida com as roupas do altruísmo, que na verdade é a pior das tiranias. Sua presença será encarnada entre os grandes revolucionários, ao lado de Voltaire e Rousseau.

À luz da eternidade, que tristeza! vai receber, certamente sem saber, o culto de um mundo que não tem Deus, as pompas de uma anti-religião que se rebelou contra Ele desde o início, desde a primeira queda, que deu ao "príncipe deste mundo" um poder sobre o homem, um poder ganho a que preço! Quem, passando amanhã na frente do Panteão, vai pensar em implorar a misericórdia divina para ela, para seu marido que não queria separar (e já é algo neste tempo de desintegração familiar)?

Nunca é tarde demais ... O Panteão permaneceu, apesar de tudo, sob uma cruz, ironia da história e da cultura francesa, sem dúvida, mas uma boa maneira de relativizar nossa revolta estúpida contra o bem que Deus quer para a homem (Jeanne Smits)

Fonte: https://adelantelafe.com/simone-veil-la-campeona-del-abortismo-francia-sera-inhumada-panteon/

 
 
 

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