"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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04/03/2018
FOCO SOBRE A FRANCO-MAÇONARIA?
 

FOCO SOBRE A FRANCO-MAÇONARIA?

Publicado em 03/03/2018

http://laportelatine.org/bibliotheque/histoire/francmaconnerie/benin_vs_francs_macons.jpg

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Pergunta-se por que seria necessário, subitamente, dar foco à Franco-Maçonaria? Simplesmente porque ambos, o mundo em que vivemos e a igreja conciliar, são hoje “maçonizados”. E foram pela única causa que é conveniente a este resultado: a maçonaria em si.

De que maneira o mundo e a Igreja foram maçonizados? A resposta está em apenas uma palavra: Relativismo. De fato, a mentalidade do mundo atual é uma mentalidade relativista: não há mais verdade saída da adequação da inteligência ao real (verdade natural) ou saída da Revelação (verdade sobrenatural), mas a cada um sua verdade. O mais grave é que o relativismo realmente entrou na mente dos homens da Igreja que querem ser fiéis ao Concílio Vaticano II.

O exemplo hoje vem de cima, já que vem do próprio Papa. Em seu vídeo de janeiro de 2016, vemos Francisco sentado atrás de uma mesa e o ouvimos dizer:

“A maioria dos habitantes do planeta declara-se crentes. Isso deveria ser motivo para o diálogo entre as religiões. Não devemos deixar de rezar por isso e colaborar com quem pensa de modo distinto“.

O papa continua:

“Muitos pensam de maneiras diferentes, sentem de maneira diferente, procuram Deus ou o encontram de diversas maneiras. Nessa multidão, nesta variedade de religiões, só há uma só certeza que temos para todos: somos todos filhos de Deus “(abaixo veja esse vídeo escandaloso).

Historicamente, é fato que a “maçonização” da sociedade civil que precedeu e permitiu a maçonização da Igreja Católica. A famosa seita maçônica dos Carbonários (condenada pelo papa Pio VII em sua Ecclesiam a Jesu Christo, de 13 de setembro de 1821) concebeu o seguinte plano que foi realizado com o Concílio Vaticano II:

“O que devemos pedir […] é um papa segundo nossas necessidades […]. Assim, caminharemos mais seguramente ao assalto da Igreja […]. Para asseguramos um Papa nas devidas proporções, devemos inicialmente preparar para este Papa uma geração digna do reino que sonhamos. […] Dentro de alguns anos  este  clero  jovem  terá  forçosamente  ocupado todas as funções; será quem governa, administra, julga, forma o conselho soberano e será chamado para eleger o Pontífice que terá que reinar, e este pontífice como a maioria de seus contemporâneos, estará necessariamente mais ou menos imbuído dos princípios italianos e humanitários que começaremos a pôr em circulação. […] Que o clero ande sob vosso estandarte, acreditando ir sempre atrás das bandeiras das Chaves apostólicas. […] Vós trareis amigos em torno da cadeira apostólica. Vós tereis pregado uma revolução em tiara e pluvial, marchando com a cruz e estandarte.”

A conclusão dessas considerações é a seguinte: combatendo sobrenaturalmente a Franco- Maçonaria, atacamos a raiz do mal atual.

Originalmente publicado na: Carta da Milícia da Imaculada – número 2 – também publicado na Revista Le Chardonnet n° 315, fev/2016, pág. 6)

– NOTA DO BLOG DOMINUS EST: D. Marcel Lefebvre já exclamava isso em seu livro DO LIBERALISMO À APOSTASIA, no capítulo: A CONSPIRAÇÃO DA ALTA VENDA DOS CARBONÁRIOS  - abaixo

Fonte: http://www.catolicosribeiraopreto.com/foco-sobre-a-franco-maconaria/

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A CONSPIRAÇÃO DA ALTA VENDA DOS CARBONÁRIOS

Publicado em 11/03/2017

https://3.bp.blogspot.com/-tkL9WLnfBEQ/V0nntjJwp9I/AAAAAAAAK-g/ABUQWW6AEMc28IeIWQhGXJNtP7DIVxLuACLcB/s640/sacres.gif

Em nosso breve estudo histórico do liberalismo católico, eis-nos chegados às vésperas do Concílio Vaticano II. Mas antes de analisar a vitória obtida pelo liberalismo no Concílio, gostaria de retroceder para lhes mostrar a penetração do liberalismo em toda a hierarquia e até mesmo no papado, o que seria impensável há dois séculos; entretanto foi pensada, predita e organizada pela maçonaria, desde o princípio do século passado. Bastará reproduzir os documentos que provam a existência desta intriga contra a Igreja, deste “último assalto” contra o papado.

Os papéis secretos da Alta Venda dos Carbonários que caíram nas mãos do Papa Gregório XVI, cobrem o período de 1820 a 1846. Foram publicados a pedido do Papa Pio IX, por Crétineau-Joly em sua obra “l’Eglise Romaine et la Révolution”156. Pelo Breve de aprovação dirigido ao autor em 25 de fevereiro de 1861, Pio IX confirma a autenticidade dos documentos, mas não permitiu que fossem divulgados os verdadeiros nomes dos membros da Alta Venda implicados com esta correspondência. Estas cartas são pavorosas, e se os Papas pediram sua publicação foi para que os fiéis saibam da conspiração contra a Igreja tramada pelas sociedades secretas, conheçam seus planos e estejam preparados para o caso de uma eventual realização. Nada acrescento por ora, apenas que é com temor que se lêem estas linhas. Não invento nada, só faço ler, mas não é nenhum mistério que hoje em dia elas se realizam. Não deixo de chamar a atenção para o fato de que mesmo seus projetos mais audazes estejam ultrapassados pela realidade atual! Passemos à leitura, somente sublinharei o que mais nos deve impressionar.

*

“O Papa, qualquer que ele seja, jamais virá às sociedades secretas: a elas cabe dar o primeiro passo em direção à Igreja, para vencer ambos.

O trabalho que vamos empreender não é obra de um dia, nem de um mês, mas de um ano; pode durar vários anos, talvez um século; mas em nossas fileiras o soldado morre, mas a luta continua.

Não queremos conquistar os Papas para nossa causa, fazê-los neófitos de nossos princípios, propagadores de nossas idéias. Seria um sonho ridículo, e qualquer que seja o desenrolar dos acontecimentos, o fato de cardeais e prelados, por exemplo, terem entrado com satisfação ou com surpresa, em uma parte de nossos segredos, em absoluto não é motivo para desejar sua eleição par a cátedra de Pedro, pois esta eleição seria nossa perda. Somente a ambição os haveria conduzido à apostasia, mas a necessidade do poder os forçaria a nos imolar. O que devemos pedir, e o que devemos procurar e esperar, como os judeus esperam o Messias, é um papa de acordo com nossas necessidades (…).

Assim poderemos marchar com mais segurança ao assalto da Igreja do que com as liberalidades de nossos irmãos da França e mesmo da Inglaterra. Quereis saber a razão? Com ele já não precisaremos, para destruir a rocha sobre a qual Deus edificou sua Igreja, do vinagre mistificador nem da pólvora do canhão; já não precisaremos nem de nossos braços. Teremos o dedo do sucessor de Pedro comprometido com a conspiração, e nesta cruzada este dedo vale mais do que todos os Urbano II e todos os São Bernardos da Cristandade.

Não temos dúvida que chegaremos a este resultado de nossos esforços, mas quando e como? A incógnita continua sem solução. Entretanto como nada nos deve separar do plano traçado, ao contrário, tudo deve tender para ele, como se desde amanhã o êxito viesse coroar a obra apenas esboçada, queremos com esta instrução, que para os simples iniciados permanecerá secreta, dar aos encarregados da Suprema Venda conselhos que deverão inculcar a todos os irmãos, sob a forma de ensinamento ou de memorandos (…).

Para asseguramos um Papa nas devidas proporções, devemos inicialmente preparar para este Papa uma geração digna do reino que sonhamos. Deixai de lado a velhice e a idade  madura, procurai a juventude e se possível até as crianças (…) os conquistareis sem grande esforço uma dupla reputação de bom católico e patriota.

Esta reputação fará chegar nossas doutrinas tanto ao meio do clero jovem, como no interior dos conventos. Dentro de alguns anos  este  clero  jovem  terá  forçosamente  ocupado todas as funções; será quem governa, administra, julga, forma o conselho soberano e será chamado para eleger o Pontífice que terá que reinar, e este pontífice como a maioria de seus contemporâneos, estará necessariamente mais ou menos imbuído dos princípios italianos e humanitários que começaremos a pôr em circulação. É um pequeno grão de mostarda que confiamos à terra; mas o sol da justiça o fará crescer até o mais alto poder, e um dia vereis a abundância de grãos que produzirá este grãozinho.

Na rota que indicamos a nossos irmãos, há grandes obstáculos que teremos de vencer, e muitas dificuldades a superar. Triunfaremos graças à experiência e perspicácia; mas a meta é tão brilhante que devemos içar todas as velas para alcançá-la. Quereis revolucionar a Itália? Procurai o Papa de que acabamos de pintar o retrato. Se quereis estabelecer o reino  dos eleitos sobre o trono da prostituta Babilônia, que o clero marche sob vosso estandarte, acreditando ir sempre atrás das bandeiras das Chaves apostólicas. Se quereis fazer desaparecer o último vestígio dos tiranos e opressores, lançai vossas redes como Simon Barjone; lançai-as não no fundo do mar, mas no fundo das sacristias, dos seminários, e dos conventos; e se não demorais, vos prometemos uma pesca mais milagrosa que a deles. O pescador de peixes se converteu em pescador de homens, vós os rodeareis de amigos junto à Cátedra Apostólica. Vós havereis pregado uma revolução em tiara e pluvial, marchando com a cruz e o estandarte, uma   revolução que não precisará mais do que uma fagulha para incendiar os quatro cantos do mundo”157.

Vejamos ainda um extrato da carta “Nubius” a “Volpe” de 3 de abril de 1824:

“Foi posto sobre nossos ombros uma pesada carga, querido Volpe. Devemos tornar imoral a educação da Igreja, devemos chegar por pequenos meios mal definidos porém bem graduados, ao triunfo da idéia revolucionária graças a um  papa. Marchamos ainda tateando neste projeto que sempre me pareceu sobre-humano(…)158.

“Plano sobre-humano” diz Nubius; ele quer dizer plano diabólico! Já que é planejar a subversão da Igreja por seu próprio Chefe, o que Mons. Delassus159chama de “último ataque” pois não se pode imaginar nada tão subversivo para a Igreja, como um papa seduzido pelas idéias liberais, um papa que use as chaves de São Pedro para serviço da contra-Igreja. Não é por acaso o que vivemos atualmente desde o Vaticano II, desde o novo Direito Canônico? Este falso ecumenismo e esta falsa liberdade religiosa promulgada no Vaticano II aplicados pelo Papa com fria perseverança, apesar de todas as ruínas que têm provocado há mais de vinte anos!

Sem que se tenha comprometido a infalibilidade do Magistério da Igreja, inclusive sem que jamais tenha sido sustentada uma heresia propriamente dita, assistimos a autodemolição sistemática da  Igreja.

Autodemolição é uma palavra de Paulo VI, que implicitamente denunciava o verdadeiro culpado, pois quem pode autodemolir a Igreja senão aquele cuja missão é mantê-la firme na rocha?… E que produto tão eficaz para dissolver a rocha como o espírito liberal que penetra até mesmo no sucessor de Pedro?

Este é um plano de inspiração diabólica e de realização diabólica! Não somente o revelaram os inimigos da Igreja, como também os Papas o predisseram e denunciaram. É o que veremos no próximo capítulo

Fonte: http://catolicosribeiraopreto.com/a-conspiracao-da-alta-venda-dos-carbonarios/

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Monsenhor Staglianò reitera a verdade: os maçons estão excomungados, mesmo que sejam sacerdotes ou Bispos

http://www.obramissionaria.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Monsenhor-Staglian%C3%B2-reitera-a-verdade.jpg

Infovaticana, 26 de novembro de 2017.

[https://infovaticana.com/2017/11/26/la-verdad-reiterada-mons-stagliano-los-masones-estan-excomulgados-aunque-sean-sacerdotes-u-obispos/].

Tradução: Bruno Braga

“Se um sacerdote ou inclusive um Bispo adere à Maçonaria, significa que ele não se importa com a excomunhão” […]

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(Portaluz/Infocatólica [1]). No último dia 12 de novembro, a loja maçônica Grande Oriente da Itália organizou um encontro para refletir sobre: “Igreja e Maçonaria, tão perto, tão longe”.

Convidado a tal conferência, Monsenhor Antonio Staglianò, Bispo de Noto, participou do evento. Sobre a sua intervenção, ele concedeu declarações ao diário italiano La Croce, algumas delas traduzidas para o espanhol pelo portal Infocatólica [2] e que são reproduzidas logo abaixo [em português].

Monsenhor Staglianò afirma:

Creio que muitos católicos expressaram sua preocupação, e até indignação, porque têm uma concepção da Maçonaria que é evidentemente negativa. Os maçons seriam aqueles encapuzados, satanistas, mafiosos. Se isso é verdade, posso entendê-los. Mas eu fui convidado para um debate público, com uma Maçonaria que não parece ser uma sociedade secreta, suas cabeças são visíveis. Fui capaz de pregar o Evangelho também para eles, porque me pediram que falasse sobre a relação entre a Igreja e a Maçonaria. Como sei pouco sobre a Maçonaria, pensei em falar sobre a Igreja Católica, deixando a inteligência deles livre para que julguem se estão longe ou perto.

“Expliquei para eles que, para a Igreja do Vaticano II, a Igreja do diálogo, eles não estão nem perto nem longe, mas totalmente fora. Estão fora da comunhão católica, estão excomungados. Expliquei o que é a excomunhão. Assim, permita-me tranquilizar todos aqueles que pensam que a minha presença ‘dialogal’ é uma espécie de liberação de alfândega. Absolutamente, não. Não é da minha competência fazer isso. Porém, como Bispo, sobretudo como teólogo, quis explicar que estão fora da comunhão da Igreja”.

A entrevistadora perguntou ao prelado a sua opinião a respeito da afirmação dos maçons, a de que existem vários católicos inscritos na Maçonaria:

O senhor também se dirigiu a eles falando sobre a excomunhão?

“Certamente. Eu diria que as principais razões que me levaram a este diálogo foram, em primeiro lugar, obedecer à ordem de Jesus, a de que, se existem lobos, ‘Eu os envio como ovelhas em meio aos lobos’, e a de que, se existem inimigos da Igreja, ‘tens que amar os teus inimigos’. Então, a minha posição, pelo menos na intenção do meu coração, é fazer uma obra de caridade intelectual. Caridade é também dar alguma luz particular às pessoas que podem estar desorientadas. Porque, se muitos dos que me ouviram são maçons e católicos, essas pessoas são nossos irmãos, um pouco desorientados. Como conciliar a excomunhão com o seu pertencimento à Maçonaria, com o ir à Igreja e talvez até alimentar-se da Eucaristia? Não é possível. Se, como dizem, alguns sacerdotes e Bispos pertencem à Maçonaria, parece que é necessária a presença autorizada de um Bispo que diga a eles: veja, estas coisas não são possíveis. Porque, se um sacerdote e inclusive um Bispo adere à Maçonaria, significa que ele não se importa com a excomunhão. Mas, creio que um católico que não se importa com a excomunhão tem problemas de identidade católica.

“Vim aqui para dizer que a distância e proximidade devem ser interpretadas, afirmando que estão tão longe que estão fora da comunhão com a Igreja. Então, sendo pessoas dotadas de razão, você pode falar com eles e dialogar. E eu desenvolvi o tema para ver qual seria a possível proximidade que eles veem em uma distância abismal”.

NOTAS.

[1]. Cf. [https://www.portaluz.org/la-verdad-reiterada-por-mons-stagliano-los-masones-estan-excomulgados-aunque-2529.htm].

[2]. Cf.[http://www.infocatolica.com/?t=noticia&cod=30954].

Fonte:http://www.obramissionaria.com.br/monsenhor-stagliano-reitera-verdade-os-macons-estao-excomungados-mesmo-que-sejam-sacerdotes-ou-bispos/

 
 
 

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