"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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05/03/2018
Os Bispos e a mãe negligente
 

Os Bispos e a mãe negligente

Os bispos do Brasil reunidos na Assembleia Geral da CNBB. — Reclamar pra quem? Estão todos reunidos em torno de um único objetivo. Resta aos fieis manifestarem sua indignação nas redes sociais!

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Por Padre Pedro Damião | FratresInUnum.com

Acho que muita gente leu o comentário e assistiu o vídeo do Padre Joãozinho corrigindo o Bernardo Küster e os muitos católicos que têm usado as redes sociais para criticar a atuação da CNBB e de alguns Bispos.

A argumentação de Padre Joãozinho é simples, para não dizer simplória: roupa suja se lava em casa. Um filho que ama a própria mãe não fala em público de seus erros. Seria necessário seguir o itinerário de correção fraterna apresentado por Nosso Senhor no Evangelho de Mateus.

Mas acho que a analogia está gravemente incompleta.

Imaginemos uma família de filhos numerosos, na qual um pequeno grupo de irmãos mais fortes e maldosos faz bullying e pratica todo tipo de chantagem e violência contra os outros irmãos menores. Os irmãozinhos menores há anos fazem pedidos insistentes à mãe que os proteja e lhes faça justiça. Mas a mãe negligente (medrosa ou conivente, não importa!) permanece imóvel diante dos desmandos. Um belo dia, um dos irmãozinhos resolve apresentar queixa à Delegacia de Polícia para a Criança e o Adolescente.

Claro, roupa suja se lava em casa! Mas, podemos mesmo dizer que nos últimos cinquenta anos faltaram fieis que tenham apresentados suas queixas às autoridades constituídas contra os irmãos maldosos que destroem o tecido eclesial? Primeiro privadamente e depois em grupos internos? Não, senhores Bispos, não faltaram correções privadas. O que faltou foi atitude!

Nos casos dolorosos de crimes de pedofilia, o clamor das vítimas não foi ouvido in camera caritatis pelos Bispos. O que restou às famílias senão recorrer aos tribunais pagãos? Mas, e agora, no caso dos abusos contra a fé, contra os sacramentos, contra o ensino da moral católica? A quem podemos recorrer se não há “delegacia” para isto?

Não, senhores Bispos, não foi Bernardo Küster e nem os outros destemidos leigos que desmoralizaram a CNBB, foram suas próprias atitudes de negligência ou de cumplicidade dolosa.

O rei está nu! Não culpem a voz da criança! Corram, senhores Bispos, corram para cobrir suas vergonhas com a penitência e a emenda de seus costumes.

Fonte:https://fratresinunum.com/2018/03/04/os-bispos-e-a-mae-negligente/

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Comentário

Como acontece todos os anos – no ano passado QUASE foi uma exceção – durante a quaresma a tal de cnbb promove a sua CF, “campanha da fraternidade” ecumênica, e por ser “ecumênica” começa já com um pé no lodaçal. A maioria dos católicos acha que a CNBB faz esta campanha sozinha, mas não é verdade, porque dela faz parte o chamado e herético CONIC, e dela participam:  Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), Igreja Presbiteriana Unida (IPU), Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia (ISOA), Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (Ceseep), Visão Mundial, Aliança de Batistas do Brasil.

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Ou seja: uma salada religiosa com um objetivo anual claramente NÃO RELIGIOSO. Muitas vezes eu me perguntava por que é que a CNBB não fazia uma campanha da fraternidade usando as coisas da nossa Igreja, como o incentivo da prática do Rosário em Família, como a necessidade da Confissão Sacramental a um sacerdote e o estado de graça para receber o Santíssimo, como o incentivo ao amor e a prática da Comunhão em estado de graça e o combate a este dilúvio de sacrilégios, sobre os Mandamentos da Igreja, coisas todas da nossa IGREJA, até que descobri, e são dois os motivos. Primeiro é que colocando da palavra “fraternidade” automaticamente se submetem a falsa religião maçônica e segundo, eles se unem aos hereges e cismáticos, exatamente para NÃO TEREM que falar dos temas da Santa Igreja.

Sem meias palavras: Disse o Papa Agatão, e isso há 1500 anos atrás que “quem reza junto com um herege é outro herege”. Isso somente deveria fazer corar de vergonha a todos aqueles que insistem em se reunir com outros credos, não lutando para que comunguem na plenitude da nossa IGREJA, mas CAPITULANDO vergonhosamente diante dos pressupostos errôneos, da falsa doutrina de cismáticos e hereges, como são os protestantes de Lutero e TODOS os ditos evangélicos de quase cem mil fundadores, todos eles cismáticos, sem nenhuma exceção. Assim, sob dois pressupostos errôneos começa a campanha anual da fraternidade, que visa, muito pomposa e gordamente, sob bons vinhos e queijos finos, mostrar serviço e angariar fundos, para distribuí-los aos aliados do inimigo, como bem o mostra do autor do vídeo acima citado.

Tenho hoje a plena certeza de que, depois deste vídeo, há novos fariseus com vontade de caçar aquele autor, como outrora – e como no Evangelho de hoje – queriam matar Jesus.

Então eis a “fabulosa” “via sacra” da “eminentíssima” cnbb – notem o minúsculo – quem vem novamente neste ano com a costumeira avalanche de lamúrias diante do Crucificado, como se Ele fosse a causa, o motivo e o verdadeiro culpado, o condenado réu de morte, diante dos rios de sofrimentos da humanidade.  Céus, paremos por aqui e meditemos um pouco, não só com pelo menos uma centelha de racionalidade, mas com um mínimo grão de fé, com uma faúlha que seja de amor, com pelo menos uma nesga de humana racionalidade: qual o verdadeiro sentido de uma Via Crucis, Senhor meu Deus?

Maria o sabia muito bem, porque foi ela a primeira que, junto com São João e a piedosas mulheres caminharam com Jesus no primeiro Calvário.  Açoites, cusparadas, escarros, espinhos, pedregulhos no caminho, sola dos pés queimada por uma chapa de ferro em brasa, e uma avalanche demoníaca de mil suplícios. Quem é o Servo Sofredor, Cristo ou a humanidade tão pródiga em violências? Quem é o culpado delas, Jesus ou o “povo”?

Uma Verdadeira Via Sacra, da nossa Única, Santa, Católica e Apostólica Igreja, sob Sua Santidade o ainda Papa – emérito não existe na Lei, portanto não existe de fato – visa unicamente, amorosamente, compenetradamente, devota e santamente, como que participarmos dos sofrimentos da Paixão de nosso Redentor, para que nos imbuamos de uma vez por todos de que fomos nós a CAUSA de todos estes sofrimentos, de que foi por este sofrimento atroz e doloroso, que Ele nos resgatou da morte eterna. Ela NÃO tem outro sentido e é verdadeira blasfêmia como subvertem o seu significado.

Que maldita teologia é esta que inverte o sentido da Via Sacra? Embora que no início de cada uma das estações seja mencionado o texto bíblico correspondente, ou alguma alusão à Sagrada Escritura, logo uma despropositada e longa arenga despeja diante do Cristo Sofredor um dilúvio de situações de “violência” das quais nós somos a única causa e sobre as quais somente nós temos a plena e intransferível responsabilidade, como que tornado o Sofredor o único CULPADO dos nossos desatinos. Nossos desatinos, se os quisermos minorar, acabar, ou reparar, devemos fazer ajoelhados aos pés do sacerdote no confessionário, depois de um ato de Contrição e de um firme propósito de emenda. Jamais contemplando o Calvário! Quiçá num salão de festas, muito bem sentado e entre um trago e outro. Nada de Cruz, jamais!

A subvertida via sacra da cnbb faz exatamente isso: atira na face de Cristo Crucificado o lixo das nossas “violências” como se fosse Ele o culpado delas. Porque o sentido desta poderosa devoção e oração é subvertido, ou invertido: ao invés de nos declararmos culpados, a Jesus são transferidas as responsabilidades dos nossos males. É, de fato, como se blasfemássemos contra Ele dizendo: desce desta Cruz e vem resolver nossos problemas se tu és Deus! Como os blasfemos do tempo antigo diziam. Olha o Cristo, como nós sofremos! Olha ó Cristo, como alguns de nossos irmãos agem! Ó maravilha: em Cristo somos todos irmãos! Raios mil que os partam: somos irmãos apenas de quem é de Cristo, os outros são irmãos de Belial! Seguem a ele, não a Jesus. E os protestantes em geral são exatamente aqueles aos quais Jesus dirá: NÃO VOS CONHEÇO!

Além de tudo isso, esta enfadonha repetição das palavras maçônicas são de um cinismo indisfarçável. Nenhum padre em suas homilias deve repetir – liberdade – igualdade – fraternidade – porque está a dar cordas para os inimigos de Deus. Liberdade verdadeira é unicamente poder amar a Deus sobre todas as coisas, o mais é libertinagem. Igualdade não existe porque o Criador, sabiamente, nos fez TODOS desiguais, e insistir nisso é cuspir na face de Deus dizendo que Ele errou, doutrina esta de Lúcifer. Fraternidade nada tem a ver como AMOR CRISTÃO nem CARIDADE que vem de Deus, tem a ver apenas com aqueles que roubam em conjunto, e depois fazem “caridades”, mas que odeiam Cristo. 

Para não me alongar demais, não vou comentar cada uma das estações, como seria bom para entender os ardis que se encontram em todas elas, mas não posso me furtar em combater com vigor e sem temor ao que está escrito nas linhas do comentário da sétima estação: nela está impressa a doutrina de satanás, pois nas suas entrelinhas está dito de que todas as religiões são iguais e que “deus é o mesmo em todas elas”, num cinismo tão descarado que é difícil a um católico que ainda ama a sua Santa Igreja, a de Bento XVI, não soltar um berro no meio daquela abominação. Deus é o mesmo em todas as religiões? Também o dos satanistas que adoram ao diabo? Também os budistas que adoram a um ídolo gorducho, não diferente de um bezerro de ouro? Alá? Um deus que manda decapitar os cristãos e judeus?

Bem, o resto compete a cada um rezar, bem discernir, e entender que nada do que vem da cnbb é obrigatório, tudo é apenas sugestão. E quem sabe entender finalmente que as sugestões deles não são obra do Espírito Santo, nem da Verdadeira Igreja de Jesus, sob Sua Santidade o Papa Bento XVI. O que eles desejam, é o mesmo que o inimigo deseja. Então não culpem os leigos como este do vídeo, mas se reciclem. Acordem, enquanto é tempo, porque houve um dia um Jesus que fez um chicote de cordas, e Ele nesta via sacra, com certeza Ele tem vontade de fazer outro, contra quem a fez e quem a aprova. (Aarão)                            

Fonte: http://www.recadosdoaarao.com.br/?cat=21&id=6896

 
 
 

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