"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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11/06/2018
“Uma Igreja pobre, para os pobres”?… O Vaticano de Bergoglio à serviço da elite globalista
 

“Uma Igreja pobre, para os pobres”?… O Vaticano de Bergoglio à serviço da elite globalista

Governo das sombras, o clube Bilderberg reúne a elite dos mais ricos entre os ricos, aquela elite que, através da economia, pretende determinar os destinos de todas as nações do mundo.

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Em sua viagem a Israel em 2014, Papa Francisco beijou as mãos de David Rockefeller, Henry Kissinger e John Rothschild.

FratresInUnum – 11 de junho de 2018

A reunião é secreta. Não podem comparecer senão os estritamente convidados, que não podem aceder ao local com transporte próprio, nem com escolta, nem portar celulares ou outros instrumentos de comunicação. Aceitar o convite implica no compromisso de não comentar as deliberações e participar de todas as seções de discussão.

Entre os convidados, o Cardeal Parolin, secretário de Estado de Bergoglio, que decerto não terá comparecido ao evento a despeito de seu superior, antes, o fez seguramente em seu nome e como seu representante.

Não se trata de um lapso. Este pontificado rendeu-se completamente à agenda globalista, cujos escopos éticos são muito bem atingidos pela omissão deliberada da Santa Sé em combater decididamente o aborto e o casamento gay, e, sobretudo, na fixação obsessiva do papa argentino em temas como “a ecologia” e “os imigrantes”, que já lhe renderam inclusive um déficit de popularidade na Itália e em toda a Europa.

Blindado pela mídia mundial, paparicado pelos anti-papistas de todos os tempos, Bergoglio goza do favor da elite globalista. E com razão! Este é o papa que eles sempre quiseram e, talvez, o papa que eles mesmos ajudaram a construir. É bastante razoável, aliás, que já se esteja acertando a sucessão, visto que Parolin figura para o próximo conclave numa avantajada pole position.

Quem imaginaria que chegaríamos a tamanho absurdo? Nunca a Igreja prostrou-se de modo tão subserviente ante a elite capitalista como agora, em que se apresenta como a Igreja dos pobres. Bergoglio não é Francisco, mesmo! E o seu pauperismo é apenas uma farsa, pura propaganda, assim como a sua misericórdia, que serve apenas para difundir a agenda liberal e a imoralidade por todos os lados, enquanto persegue impiedosamente todos aqueles que não lhe são subservientes.

Um detalhe, porém, é bastante intrigante em todo este episódio: por que, justamente agora, o Vaticano resolveu publicamente assumir relações com o clube Bilderberg? A situação, de fato, é pouco confortável para a Santa Sé, pois, em outras palavras, a máscara caiu!

Tecer conjecturas a respeito pode ser bastante temerário. O que não é temerário, no entanto, é reconhecer que este pontificado é o sonho dourado da Nova Ordem Mundial.

O sonho dos ricos, porém, é o pesadelo dos pobres. Sim, porque a agenda bergogliana não está emplacando a não ser naquelas partes da Igreja que já estavam morrendo há muito tempo. Do lado de cá, ao contrário, os católicos continuam sendo devotos e piedosos, a juventude continua se convertendo e procurando mandamentos e sacramentos, e ninguém nem toma conhecimento das “deliberações” do Papa argentino.

Querem transformar a Igreja num clube, mas logo terão de cair das nuvens. Podem ter como acólitos o papa e o secretário de Estado, mas estes se descolaram de vez do povo católico, representam apenas a si mesmos e aos seus próprios interesses e ideologias.

No final das contas, entre um drink e outro, o Cardeal Parolin não vai sequer tomar para si o “cheiro de ovelha” perfumadíssima que se odora nos corredores daquele hotel em Turim. Vai cheirar Whisky, mesmo… Mas dos caros. Daqueles que não figuram na geladeira de nenhum pobre, mas talvez apenas nalgum frigobar da Casa Santa Marta.

Fonte:https://fratresinunum.com/2018/06/11/uma-igreja-pobre-para-os-pobres-o-vaticano-de-bergoglio-a-servico-da-elite-globalista/

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Ratzinger não podia “vender nem comprar”.

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Da coluna de Maurizio Blondet | Tradução: Gercione Lima – FratresInUnum.com –

Um outro leitor, estimulado pelo mesmo artigo, me envia um blog com uma notícia digna de nota: http://sauraplesio.blogspot.com/2015/09/giallo-vaticano.html

Quando, em fevereiro de 2013, o Papa Bento XVI renunciou de modo súbito e inexplicável, o IOR [conhecido como “Banco do Vaticano”] tinha sido excluído da rede SWIFT. Assim, todos os pagamentos do Vaticano se tornaram impossíveis e a Igreja foi tratada como um Estado-terrorista (secundum América) como o Irã. Era a ruína econômica, bem preparada por uma violenta campanha contra o IOR e que foi confirmada pela abertura de investigações criminais da justiça italiana (que nunca deixa de obedecer a certas ordens internacionais).

Poucos sabem o que é a SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication): em teoria, é uma “clearing house” (câmara de compensação) mundial que une 10500 bancos espalhados por 215 países. Na verdade, é o centro mais oculto e exclusivo do poder financeiro globalista-americano, o centro de resgate sobre o qual se apoia a hegemonia do dólar, o meio mais poderoso de espionagem econômica e política (em prejuízo especialmente de nós, europeus) e o meio mais temível com o qual a rede financeira global esmaga as pernas dos estados que não a obedecem.

O Banco Central do Irã, por exemplo, por pressão judaica, foi excluído da rede SWIFT em retaliação ao alegado programa nuclear. Isso significa que o Irã não pode mais vender seu petróleo em dólares, que seus cartões de crédito não valem no exterior, e que nenhuma transação financeira internacional pode ser conduzida por Teerã, exceto por dinheiro vivo e na clandestinidade, sob formas ilegais de acordo com a ordem internacional. Em 2014, o banco francês BNP Paribas foi condenado pela “justiça” a pagar (para os EUA) 8,8 milhões de dólares por ter ajudado Teerã a contornar o bloqueio da SWIFT.

Houve um sopro de ameaças contra Moscou visando excluí-la da rede SWIFT em retaliação à chamada anexação da Criméia – com um enorme dano à economia do país – o que acelerou a implementação, por parte dos países do BRICs, liderados pela China e Rússia, de um sistema próprio de compensação alternativo ao SWIFT e operando em yuan e rublos, não em dólares, para escapar da chantagem que o SWIFT faz sobre Estados soberanos.

O site belga Media-Presse (SWIFT tem sede na Bélgica), ao dar a notícia do lançamento do SWIFT alternativo por parte de Pequim e Moscou, no dia 5 de abril, citava como exemplo:

“Quando um banco ou território é excluído do sistema, como foi o caso do Vaticano nos dias que precederam à renúncia de Bento XVI em fevereiro de 2013, todas as operações são bloqueadas. Sem esperar pela eleição do Papa Bergoglio, o sistema Swift foi imediatamente desbloqueado após o anúncio da renúncia de Bento XVI. Houve uma chantagem vinda não se sabe de quem e onde, através de SWIFT e pressionada sobre Bento XVI. As razões subjacentes a esta história não foram esclarecidas, mas é claro que o SWIFT interferiu diretamente na gestão dos assuntos da Igreja”.

Isso explica e justifica a demissão sem precedentes de Ratzinger, que muitos de nós fomos capazes de julgar como um ato de covardia; a Igreja foi tratada como um Estado “terrorista”, mas ainda pior – porque se percebe que as dezenas de bancos que caíram nas mãos do Estado Islâmico no Iraque e na Síria “não foram excluídos da SWIFT” e continuam sendo capazes de fazer transações internacionais –  o sistema financeiro do Vaticano já não podia mais pagar as contas das nunciaturas ou transferir fundos para as missões – na verdade, até os caixas eletrônicos ATM da Cidade do Vaticano tinham sido bloqueados. A Igreja de Bento XVI já não podia mais “vender nem comprar”, sua vida econômica tinha as horas contadas.

Renúncia sob coação

Não nos resta outra alternativa, senão assinar embaixo do que escreveu Saura Plesio:

Ratzinger, justo ele que lutou tanto contra o relativismo reinante, jamais aceitaria aberturas ao “mundo gay e suas políticas de gênero”. Ele jamais iria prostrar-se diante do mundo e do globalismo como faz este papa que coopera com o secularismo dominate na União Européia, ao criar uma forma de “divórcio sacramental ” através “do processo breve de anulação de casamentos.” Ele jamais teria se prestado ao papel de fazer aquela grande palhaçada em Lampedusa feita por seu sucessor, que aliás, nem é seu território, mas do Estado italiano. As grandes potências mundiais tinham pressa e Ratzinger era uma pedra de tropeço flagrante, uma freio em sua trajetória meteórica”.

A rapidez com que foi implementada a expulsão de Ratzinger é algo citado até mesmo em um determinado tratado de Luciano Canfora. Simpatizante comunista não arrependido, mas bom historiador de romano erudito e latinista , ele observou que no motu proprio com o qual Bento XVI justificou a sua renúncia por motivos de idade avançada (“Ingravescente Aetate”) há uma série de erros de latim. Erros elementares de concordância dos artigos de fazer corar um colegial. Ora, Ratzinger não poderia mesmo ter cometido esses erros. O texto foi escrito por outros, e ele foi despedido do Vaticano sumariamente, de helicóptero com transmissão mundial de TV?

Imediatamente depois de sua partida, eis que a rede SWIFT imediatamente desbloqueia as transações financeiras do Vaticano, reabre os bancos eletrônicos ATMs, e traz o IOR de volta ao mundo financeiro com todas as honras. Nem sequer esperaram pela eleição de Bergoglio. Bastou a expulsão do “terrorista de branco”.

Nos salões inacessíveis do poder entre Wall Street, Washington e Londres, já sabiam que o conclave daria o trono a um modernista, um no qual poderiam confiar. Como assim? A sanção SWIFT tinha sido coordenada com os cardeais “conspiradores” liderados por Carlo Maria Martini (um cardeal que pediu a eutanásia pra si mesmo, lembrem-se ..) (1) Bergoglio havia sido assinalado como seu candidato durante anos? Houve um acordo dos conspiradores com um poder forte externo, do qual estão próximos por compartilhar a mesma ideologia?

Talvez a eleição de Bergoglio não seja inválida. Mas tudo leva-nos a crer que a renúncia de Ratzinger foi –  ele foi obrigado a descer do trono de Pedro sob coação e chantagem. O próprio comportamento de Ratzinger, aparentemente ambíguo ao continuar usando as vestes brancas e o título de Santo Padre, vem confirmá-lo: ele quis dar um sinal para aqueles que podem compreender, sem no entanto poder dizer abertamente, que ele foi expulso, não saiu voluntariamente. Ora, assim como um matrimônio é nulo se um dos cônjuges assinou sob coação, assim também é a renúncia de um Papa que se rende sob coação, e que deixa saber com sinais claros que ele continua sendo Papa….

Nesta hipótese, se explica muito bem a recepção triunfal que Bergoglio teve nos Estados Unidos, na ONU, na Casa Branca com Obama e a chuva de aplausos de pé no Congresso – aliás, porque então um Papa reinante foi convidado para falar ao Congresso dos Estados Unidos? A coisa é muito estranha e insólita. O relacionamento de Washington com o Vaticano sempre foi de ruim a péssimo, não apenas pelo ódio protestante contra o “papismo”. Mas agora, de uma hora pra outra se tornou excelente. O Papa se torna com todo gosto “mediador dos Estados Unidos junto a Cuba, faz suas as “batalhas radicais”, se abre à nova e obrigatória moralidade, em resumo deixa de ser o antagonista moral que “este mundo” odeia.

Isso explicaria também a astuta gestão para ganhar a simpatia da mídia progressista,  o brutal mas preciso “expurgo” que Bergoglio (com o seu conselho dos oito) está promovendo no Vaticano, quase como se ele tivesse em mãos uma longa lista preparada há tempos e a sua disposição para dissolver o Catolicismo numa espécie de protestantismo geral, vazio, secular e mundano…

Bergoglio intima os cristãos a aceitar mais imigrantes, sem limites, com total acolhimento e caridade – Bem: “Com uma declaração oficial, assinada por até 28 alianças diferentes (entre as quais oito francesas e uma italiana, a Grand Loggia da Itália), os maçons convocam os governos europeus a aceitar os imigrantes, aliás acolhê-los cada vez mais e mais. Demonstrando assim uma convergência de intenções com poucos precedentes não só entre eles, mas também no que diz respeito às novas estratégias adotadas pelos Estados-Membros” (Correspondência Romana, 11 de setembro)

Não podemos esperar que qualquer cardeal conteste a não elegibilidade de Bergoglio,  mas a inválida renúncia de Bento XVI é o que não podem contestar e o risco de estar numa Igreja santa, mas colocada em um estado de miséria pela SWIFT seguramente faz vacilar até mesmos os cardeais mais tradicionais. Como um crente fiel, me tranquiliza esta idéia: nós ainda temos um Pontifex, embora amordaçado. A promessa feita a Pedro ainda é mantida; a linha apostólica não foi interrompida, os sacramentos permanecem válidos. E só isso é o que conta na tempestade.

Como homens desta geração, conseguimos melhor identificar o falso cordeiro de Apocalipse 13, com o poder de matar de fome e de bloquear, de forma que “ninguém possa comprar ou vender” sem  ter “a marca na mão e na testa”. SWIFT, e seu número bancário (BIC) revelou ainda mais claramente a sua essência do anticristo, e o verdadeiro propósito da globalização. E que não me venham chamar de teórico de conspiração … Mas que conspiração? Já estão agindo aberta e descaradamente, sem esconder mais nada e com muita pressa -. Porque  “sabem que pouco tempo lhe resta.”

* * *

Notas

1) dolorosa verdade prefigurada na “carta da sobrinha do Cardeal Martini,  Giulia Facchini, publicada no” Corriere della Sera “em 4 de setembro. No texto se lê: “Ele estava com medo, não da morte em si, mas do ato de morrer, da passagem no momento da morte e de tudo o que precede. Nós havíamos conversado em março e eu, como advogada, me ocupo também da proteção dos fracos, eu o havia pedido que manifestasse de modo claro e explícito os seus desejos sobre os cuidados que ele queria receber. E assim foi. Ele estava com medo, acima de tudo com medo de perder o controle de seu corpo, de morrer sufocado. (…) Consciente de que o momento se aproximava, quando não aguentava mais, pediu para que o colocassem pra dormir. Então uma médica com dois olhos claros e límpidos, uma especialista de cuidados com moribundos, o sedou”. “(Mario Palmaro e Alessandro Gnocchi Com a morte do cardeal Martini foi canonizada a teologia da dúvida, Correspondência Romana, 12 de setembro de 2012 ).
 

Fonte: https://fratresinunum.com/2015/09/30/ratzinger-nao-podia-vender-nem-comprar/

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Testes para o conclave, Parolin na “pole position”.

São três os candidatos a papa, que são sussurrados dentro e fora do Vaticano. Um é asiático, o outro africano e o terceiro europeu, e mais especificamente, italiano. O terceiro é o único que tem uma possibilidade mínima de ser escolhido em um futuro e hipotético conclave.

http://morungexpress.com/wp-content/uploads/2018/03/2018-03-06T165059Z_1_LYNXNPEE251DO_RTROPTP_4_ITALY-ELECTION-VATICAN-701x478.jpg

Por Sandro Magister, 8 de outubro de 2017 | Tradução: Marcos Fleurer – FratresInUnum.com:

O asiático é o arcebispo de Manila, Luis Antonio Gokim Tagle, filipino de mãe chinesa e com estudos cursados nos Estados Unidos. Para os defensores do Papa Francisco é o candidato ideal para continuar seu legado.

Em 2015, Jorge Mario Bergoglio o nomeou presidente da Caritas Internationalis, depois que ele também presidiu o sínodo dos bispos sobre a família. E em abril de 2016, quando foi publicada a exortação “Amoris laetitia” em que o Papa abriu o caminho para a comunhão dos divorciados que se casaram novamente, Tagle foi o primeiro de todos os bispos do mundo a dar uma interpretação extensiva.

Para aqueles que se opõem ao fato de que o magistério líquido do Papa Francisco tem mais dúvidas do que certezas, sua resposta é que: “é bom se confundir de vez em quando, porque se as coisas são sempre claras, já a vida não seria verdadeira”.

[No que diz respeito à Igreja nos tempos atuais, suas ideias são muito claras: com o Concílio Vaticano II, a Igreja rompeu com seu passado e marcou um novo começo. É a tese historiográfica da chamada “escola de Bolonha”, fundada por Giuseppe Dossetti e hoje capitaneada por Alberto Melloni, e da qual Tagle faz parte. Na verdade, ele assinou um dos capítulos-chave do livro da história do Concílio mais lido no mundo, sendo o capítulo sobre a “semana negra” do outono de 1964. Interpretação que está nas antípodas (posição oposta) de que Bento XVI deu, e ainda magnanimamente o nomeou cardeal].

No entanto, deve ser excluído que ele seja eleito Papa. Muito parecido com Bergoglio, será derrotado, devido às múltiplas reações ao presente pontificado que, sem dúvida, sairão à luz em um futuro conclave. Além disso, há o obstáculo da idade. Tagle tem 60 anos e, portanto, poderia reinar muito tempo, tempo demasiado para ser escolhido.

O africano é o cardeal Robert Sarah, de 72 anos, da Guiné. Um indomável testemunho da fé sob o sangrento regime marxista de Sekou Touré, ele só não foi executado apenas porque o tirano morreu de repente em 1984. Crescido na Savana, ele recebeu excelentes estudos na França e em Jerusalém. Nomeado bispo com apenas 33 anos por Paulo VI, o Papa João Paulo II o chamou para Roma, onde foi mantido por Bento XVI, com quem a sintonia era, e é, total.

São dois livros escritos por sua mão, e traduzidos para várias línguas, aqueles que tornaram Sarah conhecido mundialmente: “Deus ou nada” em 2015 e “A Força do Silêncio” este ano. Há um abismo entre sua visão da missão da Igreja e a do Papa jesuíta, tanto em conteúdo quanto em estilo. Para Sarah, como para Joseph Ratzinger, a prioridade absoluta é levar Deus ao coração da civilização, especialmente onde sua presença foi obscurecida.

Ele é, portanto, o candidato ideal para os adversários do Papa Francisco em nome da grande tradição da Igreja. Mas, em um colégio cardinalício em que a metade das nomeações são bergoglianas, é impensável que ele obtenha dois terços dos votos necessários para a eleição.
No entanto, permanece o fato de que Sarah é, na história da Igreja, a primeira verdadeira, se simbólica, candidatura de um Papa Negro-Africano.

Não simbólico, mas muito real, é a terceira candidatura, a de Pietro Parolin, o cardeal secretário de Estado.

É necessário voltar para o conclave de 1963, para descobrir que, com Paulo VI, foi eleito um eclesiástico que cresceu no coração da cúria vaticana e com uma reconhecida capacidade de governo, após um pontificado, como foi o caso de João XXIII que deu início ao Concílio, mas que o deixou em meio a uma tempestade e ainda não havia produzido nenhum documento. Paulo VI conseguiu, embora ele tenha terminado, sem merecer isso, no livro negro de quem é acusado de trair a revolução.

Hoje, a tarefa que um número crescente de cardeais confiaria a Parolin é governar a barca da Igreja na tempestade desencadeada pelo Papa Francisco, corrigindo seus desvios sem trair seu espírito.

Como Secretário de Estado, ele mostrou as qualidades, também em relação a dossiês intrincados como o da China ou da Venezuela, porque ele sabe como conter a impaciência e as atribuições que Bergoglio adora fazer por si mesmo.

Além disso, Parolin tem um perfil de pastor, com uma sólida formação teológica, o que é raro encontrar em um diplomata de grande valor. Sua recente viagem a Moscou tem sido uma prova muito clara disso, pois em colóquios no mais alto nível político, alternaram-se em reuniões religiosas com os chefes da Igreja Ortodoxa Russa, como em uma viagem papal bem organizada.

Mas que tudo isso seja uma antecipação do futuro, sendo pura hipótese enquanto Francisco reine.

Fonte:https://fratresinunum.com/2017/10/10/testes-para-o-conclave-parolin-na-pole-position/

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A maçonaria e o genocídio

sábado, 9 de junho de 2018

A maçonaria ofereceu ao mundo estas revoluções sangrentas:

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- O assassinato de 17 mil sacerdotes (padres) e 30 mil religiosos durante o ano 1789, primeiro ano da Revolução Francesa;

- A morte de 250 mil Católicos durante a Batalha de Vendéia entre os anos de 1793 e 1796 (1/4 de milhão de Católicos em apenas 3 anos) somente porque rejeitaram e resistiram à república maçônica, quando os maçons derrubaram a Monarquia Católica;

- Financiou a Revolução comunista na Rússia em 1917;

- A morte de 30 mil Cristeros (Católicos) no México entre os anos de 1926 e 1929;

- O assassinato de meio milhão de Católicos entre os anos de 1936 e 1939 durante a Revolução Comunista na Espanha;

- A maçonaria utilizou a república para destronar os Reis Católicos e levar o caos ao povo Cristão para que posteriormente pudesse implantar o seu liberalismo sobre os escombros, e levar à apostasia as nações!

Nota:

- Karl Marx escreveu o Manifesto Comunista de 1848 a mando da maçonaria; ele era maçom do grau 31;

- Lenine entrou na maçonaria em 1914 na loja mais subversiva: Das Nove Irmãs;

- Trotsky em 1917 entrou na maçonaria judaica na loja B'nai B'rith.

Além de tudo isto, a maçonaria está por trás do financiamento e promoção do aborto da união homossexual, através do alto escalão da NOM (Nova Ordem Mundial).

Fonte>http://omarxismocultural.blogspot.com/2018/06/a-maconaria-e-o-genocidio.html

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