"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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03/02/2019
A EDUCAÇÃO SEXUAL DE BERGOGLIO
 

A EDUCAÇÃO SEXUAL DE BERGOGLIO

03/02/2019

«PRM: ” Sabemos que Bergoglio é empedernidamente ateu e libertino; tudo o mais são estratégias para enganar os que já estão de má fé, ou os crassamente ignorantes.” Ele merece o Prémio Nobel de Sexo pela sua homofilia.»

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Escutemos o Papa Pio XII, em passagens da sua Alocução ao Congresso da União Italiana de Parteiras – 29 de Outubro de 1951:

«O Senhor fez todas as outras coisas sobre a Terra – para o homem; e o homem, pelo que respeita ao seu ser e à sua essência – foi criado para Deus; para Deus e não para nenhuma criatura, embora, quanto à sua actividade, tenha também obrigações para com a comunidade.

Ora “homem” é a criança, antes ainda do seu nascimento, no mesmo grau e pelo mesmo título do que a mãe.

Além disso, todo o ser humano, mesmo a criança no seio materno, TEM DIREITO À VIDA RECEBIDA IMEDIATAMENTE DE DEUS, E NÃO DOS PAIS, NEM DE QUALQUER AUTORIDADE OU SOCIEDADE HUMANA. Por isso, não há nenhum homem, nenhuma autoridade humana, nenhuma ciência, nenhuma indicação médica, eugénica, social, económica, moral, que possa exibir ou conferir um título jurídico válido para uma directa e deliberada disposição sobre uma vida humana inocente; isto é, uma disposição que vise à sua destruição, quer como fim, quer como meio para outro fim, o qual talvez, em si mesmo,  não seja de nenhum modo ilícito. ASSIM, POR EXEMPLO, SALVAR A MÃE É UM FIM NOBILÍSSIMO, MAS A MORTE DIRECTA DA CRIANÇA PARA TAL FIM NÃO É LÍCITA. (…)

A Sagrada Escritura faz-vos ouvir, com numerosos exemplos, o eco das orações suplicantes, e logo dos Cânticos de reconhecida alegria de tantas mães, atendidas enfim, depois de terem implorado, longamente, com lágrimas, a Graça da Maternidade. Até as dores que, depois da culpa original, a mãe deve sofrer para dar à luz o seu filho, não fazem senão estreitar mais o vínculo que os une; ELA AMA-O TANTO MAIS QUANTO MAIS DORES ELE LHE CUSTOU. FOI O QUE EXPRIMIU, COM COMOVEDORA E PROFUNDA SIMPLICIDADE AQUELE QUE FORMOU O CORAÇÃO DAS MÃES: “A MULHER, QUANDO ESTÁ PARA DAR À LUZ, SOFRE, PORQUE CHEGOU A SUA HORA; MAS DEPOIS DE NASCIDO O MENINO, JÁ SE NÃO LEMBRA DA ANGÚSTIA, PELA ALEGRIA DE TER DADO UM HOMEM AO MUNDO”(Jo 16,21). Além disso, o Espírito Santo, pela pena do Apóstolo São Paulo, mostra ainda a grandeza e a alegria da maternidade. Deus dá à mãe o filho, mas para lho dar, fá-la cooperar efectivamente no desabrochar da flor cujo germe tinha deposto nas suas entranhas, e esta cooperação torna-se um caminho que a conduz à sua Eterna Salvação: “Salvar-se-á a mulher pela geração dos filhos”(I Tim 2,15).

Este perfeito acordo da razão e da Fé dá-vos a garantia de estardes na plena Verdade,  e de poderdes prosseguir com absoluta segurança o vosso apostolado de estima e amor pela vida nascente. Se conseguirdes exercer esse apostolado junto do berço onde solta vagidos o recém-nascido, não vos será muito difícil obter o que a vossa consciência profissional, em harmonia com a Lei de Deus e a natureza, vos impõe que prescrevais para o bem da mãe e do filho.

Uma das exigências  fundamentais da recta ordem moral é que ao uso dos direitos conjugais corresponda a sincera aceitação íntima da função e dos deveres da maternidade. Nesta condição, a mulher avança no caminho traçado pelo Criador, para o fim que Ele assinou à Sua criatura, tornando-a, pelo exercício daquela função, participante da Sua Bondade, da Sua Sabedoria e da Sua Omnipotência, segundo a palavra do Anjo: “Concipies in utero et paries” – Conceberás em teu seio e darás à luz (Luc I, 31).

Quando os cônjuges estimam e apreciam a honra de suscitar uma nova vida, cujo aparecimento esperam com santa impaciência, é bem fácil o vosso papel: Basta cultivar neles esse íntimo sentimento; a disposição para acolher e sustentar aquela vida nascente segue então como por si. Muitas vezes, porém, não acontece assim. É frequente que a criança não seja desejada; pior, seja receada. Como poderia, em tais condições, existir ainda a prontidão do dever? É aí que o vosso apostolado deve exercer-se de modo efectivo e eficaz; antes de tudo, negativamente, repelindo qualquer cooperação imoral, e depois também, positivamente, aplicando com delicadeza os vossos cuidados em dissipar os preconceitos, as diversas apreensões, ou os pretextos pusilânimes, em afastar, quanto possível, os obstáculos, mesmos exteriores, que possam tornar penosa a aceitação da maternidade. Se apenas se recorre aos vossos conselhos e ao vosso auxílio, para facilitar a procriação de uma nova vida, para a proteger e encaminhar para o seu pleno desenvolvimento, podeis, sem hesitar, prestar a vossa colaboração; mas em quantos outros casos se não recorre, pelo contrário, a vós, para impedir a procriação e a conservação desta vida, sem nenhum respeito pelos preceitos de ordem moral? Aceder a tais pedidos, seria rebaixardes o vosso saber e a vossa experiência, tornando-vos cúmplices de uma acção imoral; seria perverterdes o vosso apostolado. Isso exige um não, sereno, mas categórico, que não deixa transgredir a Lei de Deus e o ditame da consciência. É por isso que a vossa profissão vos obriga a ter claro conhecimento dessa Lei Divina, para a fazer respeitar, sem ficardes aquém, nem irdes além dos Seus preceitos.

O nosso Predecessor de feliz memória Pio XI, na sua encíclica “Casti Connubii”,de 31 de Dezembro de 1930, proclamou de novo solenemente a Lei fundamental do acto e das relações conjugais:”Que todo o atentado dos cônjuges, no cumprimento do acto conjugal, ou no desenvolvimento das suas consequências naturais, tendo por fim privá-lo da força que lhe é inerente, e impedir a procriação de uma nova vida – é imoral! E que nenhuma “indicação”ou necessidade pode mudar uma acção intrìnsecamente imoral em acto moral e lícito.»

A educação sexual é uma invenção da maçonaria. É certo que tudo o que Deus criou é bom, com santidade ontológica própria, quer as naturezas e suas respectivas funções, quer os acidentes. Assim igualmente a sexualidade humana, MAS SÓ ENQUADRADA ESTRITAMENTE PELA LEI DIVINA QUE A REGE. Todavia, a razão específica da definição do conceito de educação sexual, CONSISTE, PRECISAMENTE, NA RADICAL E PREMEDITADA EMANCIPAÇÃO DESSA MESMA LEI. Desde o pecado de Adão e Eva, e em consequência directa desse pecado, foi a função genesíaca humana atingida de forma esmagadora, sendo mesmo aí que é mais visível o poder extremamente dissolvente do pecado original. A História Universal é, em boa parte, a narração das depredações sexuais dos varões e suas consequências sociais e políticas. Todavia o conceito preciso de educação sexual só surgiu quando foi possível facultar forma científica, ou pseudo-científica, à devassidão humana. Não deve ser considerado, de forma alguma, educação sexual, um corpo de determinados conhecimentos das ciências naturais ou da biologia, ministrado em escolas cem por cento católicas, e em que todas as disciplinas, sem excepção, são essencial e obrigatòriamente repassadas do lume Sobrenatural da Doutrina Cristã. Essas escolas já não existem em lugar algum do mundo, todavia, segundo a encíclica “Divini Illius Magistri”(30/12/1929), do Papa Pio XI, só esse tipo de escolas satisfaz verdadeiramente às exigências cristãs.

Adquirido o conceito de educação sexual como libertação, dita científica, dos Mandamentos da Lei de Deus, compreende-se que a seita conciliar insista particularmente neste ponto, pois a sua concepção sibarita da vida não lhe permite encarar a sexualidade humana senão como um passatempo voluptuoso; efectivamente, se há liberdade religiosa, PARA QUE É QUE ALGUÉM, SEJA QUEM FOR, SE HÁ-DE PREOCUPAR SEJA COM O QUE FOR?

Não é esse o ensinamento multissecular da Santa Madre Igreja: A sexualidade humana só é legítima e positivamente boa no seio do matrimónio sacramental, monogâmico e indissolúvel, e concebida como fim secundário, integralmente subordinado ao fim primário da propagação e educação qualificada da espécie. Consequência imediata do que fica dito, é que se por muito graves razões de saúde, ou económicas, for absolutamente desaconselhável o casal ter mais filhos, só lhe resta a continência perpétua por amor Sobrenatural de Deus Nosso Senhor.

A seita conciliar, e Bergoglio em particular, curvaram-se inteiramente perante a obra monstruosa da esterilização das fontes da vida, concretizada por uma “civilização” que submeteu cegamente a sexualidade às leis de uma volúpia momentânea e super-egoísta, deslumbrada pela letal ilusão da ciência e da técnica, demolindo, sobretudo, a saúde reprodutiva da mulher.

Sabemos que Bergoglio é empedernidamente ateu e libertino; tudo o mais são estratégias para enganar os que já estão de má fé, ou os crassamente ignorantes. A maçonaria internacional encarregou Bergoglio de destruir, sobretudo pela sedução, as últimas resistências do catolicismo, e fundamentalmente de lançar sólidos alicerces da religião mundial, de que São Pio X já nos advertia, será uma religião sem dogmas, sem freio para as paixões e um vazio total para o espírito. A grande manobra, já denunciada há mais de cem anos por Monsenhor Delassus, é edificar essa religião mundial sobre as ruínas usurpadas da face humana do Corpo Místico. É por demais evidente, que a completa anarquia sexual será causa, mas também consequência, dessa religião mundial. Porque quando o espírito desmorona, a carne segue-o de perto, colapsando igualmente a vida em sociedade. A natalidade naufraga, como estamos vendo um pouco por toda a Europa. Uma das características do paganismo é a aversão pelas criancinhas, bem como pelas pessoas de muita idade. Consequentemente, o que se quer edificar são estruturas para beneficiar os que podem gozar imoderadamente a vida, sem terem de sofrer o incómodo de crianças ou velhinhos – daí a epidemia de aborto e eutanásia. Bergoglio está fomentando tudo isto, segundo instruções daqueles que realmente mandam no mundo, E QUE JÁ NÃO SÃO OS POLÍTICOS! Estes, verdadeiramente, são empregados dos primeiros.

Não há maior cegueira do que a daqueles que não querem ver. Esforcemo-nos, por ver, contemplar com espírito caracterizadamente Sobrenatural, os genuínos “sinais dos tempos”, os pré-escatológicos, não os “sinais dos tempos” dos modernistas, que esses estão eivados de apostasia e ateísmo.

Não é muito difícil, para quem, por Graça de Deus, possui um organismo Sobrenatural realmente elevado, auxiliado ainda por boas leituras, RECONHECER, SOB OS SEUS OLHOS, O CUMPRIMENTO DE TUDO O QUE NA SAGRADA ESCRITURA E NA TRADIÇÃO FOI ANUNCIADO PARA OS ÚLTIMOS TEMPOS.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 3 de Fevereiro de 2019

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Fonte:https://promariana.wordpress.com/2019/02/03/a-educacao-sexual-de-bergoglio/

 
 
 

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