"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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02/04/2019
Converter não é missão de vocês, diz papa a católicos no Marrocos
 

Converter não é missão de vocês, diz papa a católicos no Marrocos

31/03/19 - 14:00

https://www.vaticannews.va/content/dam/vaticannews/agenzie/images/afp/2019/03/31/12/morocco-vatican-pope-religion-1554027239120.jpg/_jcr_content/renditions/cq5dam.thumbnail.cropped.1000.563.jpeg

Por Philip Pullella e Ahmed Eljechtimi

RABAT (Reuters) - O papa Francisco disse neste domingo à pequena comunidade católica no Marrocos, país predominantemente muçulmano, que sua missão não é converter seus vizinhos, mas viver em fraternidade com outras religiões.

O papa usou sua viagem de dois dias para enfatizar o diálogo entre as religiões. Ele também apoiou os esforços do rei marroquino Mohammed VI para espalhar uma forma de islamismo que promova o diálogo inter-religioso e rejeite a violência em nome de Deus.

Os 23.000 católicos romanos marroquinos - a maioria deles franceses e outros expatriados europeus e migrantes da África Subsaariana - compõem menos de um por cento da população de 35 milhões.

"Os cristãos são uma pequena minoria neste país. No entanto, na minha opinião, isso não é um problema, embora eu perceba que às vezes pode ser difícil para alguns de vocês", disse o papa Francisco em uma reunião com líderes comunitários católicos em uma catedral em Rabat.

Católicos conservadores criticaram a oposição do papa ao recrutamento organizado ou agressivo de potenciais convertidos.

"A Igreja não cresce por meio de proselitismo, mas por atração", disse Francisco, sendo aplaudido em seguida.

"Isto significa, queridos amigos, que nossa missão como pessoas batizadas, sacerdotes e homens e mulheres consagrados, não é realmente determinada pelo número ou tamanho dos espaços que ocupamos, mas pela nossa capacidade de gerar mudanças e despertar maravilhas e compaixão", afirmou.

As autoridades marroquinas não reconhecem os marroquinos convertidos ao cristianismo, muitos dos quais rezam secretamente em seus lares. A conversão do islamismo ao cristianismo é proibida, como em muitos países muçulmanos, e o proselitismo é punido com até três anos de prisão.

Fonte: https://extra.globo.com/tv-e-lazer/converter-nao-missao-de-voces-diz-papa-catolicos-no-marrocos-23563798.html

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Papa quer Apagar a Luz de Cristo?

domingo, 31 de março de 2019

https://2.bp.blogspot.com/-g10DUgBo7JM/XKDYbmI6fZI/AAAAAAAAu04/LN04SL6Mj4ABpIJVl5vvKja5y6QNAopUACLcBGAs/s320/images.jpeg

O Papa em Marrocos proibiu que os cristãos busquem a conversão dos não batizados.

Ele cancelou as palavras de Cristo:

"Portanto ide, ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, e do filho e do Espírito Santo (Mateus 28:19).

Cancelou também todo o trabalho de São Paulo.

Ele quer apagar a Luz de Cristo, que disse:

'Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa". (Mateus 5:13).

Ele condenou os infiéis à morte porque não serão convertidos.

Todo mundo sabe que o grande problema do mundo islâmico é que ele proibe a conversão. O Papa está do lado islâmico.

Fonte: http://thyselfolord.blogspot.com/2019/03/papa-quer-apagar-luz-de-cristo.html

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O que Deus nos pede é conversão!

26 de Setembro de 2013

Uma pessoa que se diz católica, mas não encontra razão para levar a fé aos demais, pode ser tudo, menos uma autêntica seguidora de Cristo.

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Equipe Christo Nihil Praeponere

"E portanto, se os degredados, que aqui hão de ficar, aprenderem bem a sua fala e os entenderem, não duvido que eles, segundo a santa intenção de Vossa Alteza, se hão de fazer cristãos e crer em nossa santa fé, à qual praza a Nosso Senhor que os traga, porque, certo, esta gente é boa e de boa simplicidade" [1]. São palavras de Pero Vaz de Caminha, dirigidas ao então rei de Portugal, sobre os nativos e as terras que acabara de encontrar: os índios do Brasil. Lê-se nestas linhas a vontade imensa de espalhar a todos os povos a boa-nova de Cristo. De fato, a evangelização sempre foi uma preocupação da Igreja, encontrando eco também entre leigos, governantes e qualquer um que se deixasse tocar pela beleza da fé católica.

A necessidade do anúncio cristão decorre do "encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo" [2]. Se é verdade que Deus é amor, quem o encontrou não pode fazer dele assunto particular, mas alimento comum a todas as almas. Os santos são um modelo de apostolado eficaz porque carregavam em suas faces a experiência da entrega ao Senhor. Somente uma alma profundamente apaixonada consegue transmitir a intensidade da Palavra de Deus. Por isso dizia o Cardeal Ratzinger num debate com o ateu Paolo Flores D'Arcais que "nós, os crentes, acreditamos que temos algo a dizer ao mundo (...), estamos convencidos de que em Jesus surgiu a verdade, e a verdade não é propriedade privada de alguém; deve ser compartilhada, deve ser conhecida" [3].

Todavia, nestes tempos de secularismo exacerbado, que não poupa nem mesmo os púlpitos de muitas paróquias, parece que já não existe mais tal certeza. Ao contrário dos primeiros cristãos, para a geração atual a fé se tornou apenas um pressuposto banal, que, em muitos casos, acaba até negado. Com efeito, a ênfase da Igreja na evangelização é vista como um programa retrógrado — até mesmo preconceituoso —, sobre o qual não valeria a pena discutir. A via adequada seria então a do diálogo desinteressado, destinado não à conversão das pessoas, mas à promoção da "tolerância", do pluralismo religioso.

Disso se depreende a crise de fé à qual se referia Bento XVI na Carta Apostólica Porta Fidei. Uma Igreja que não quer evangelizar não merece ser chamada Igreja, já que "anunciar o Evangelho não é glória para mim" — dizia São Paulo —, mas "uma obrigação que se me impõe" (cf. 1Cor 9, 16). Ora, uma pessoa que se diz católica, mas não encontra razão para levar a fé aos demais pode ser tudo, menos uma autêntica seguidora de Cristo. Jesus deixou sua Igreja nesta terra para exortar os povos à Palavra de Deus, não para a filantropia ou assistencialismo social. Mas, se os próprios filhos da Igreja padecem na "incredulidade e dureza de coração", renegando as verdades eternas a propósito de uma pastoral exclusivamente humana, como querer atrair os descrentes se a eles é apresentado uma Igreja com cara de ONG? Esses maus apóstolos acabam agindo como os discípulos que, diante da notícia de Maria Madalena, "não quiseram acreditar". Ou seja, ainda precisam encontrar-se com Jesus verdadeiramente para somente assim assumirem as palavras do Senhor: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura" (cf. Mt 28, 19).

É imperioso para a vida cristã a prática do apostolado. Nela, encontram-se tanto o meio para atingir os incrédulos, como também o fim ao qual todos são chamados: a salvação. Sim, porque aqueles que se empenham no anúncio da boa-nova sabem que não podem prescindir da graça sem correr sério risco de fracassar. "A Igreja, o Papa, os fiéis, assim como os teólogos" — recorda o patriarca de Veneza, Dom Francesco Moraglia —, "não são a origem do ato de fé e da vida do crente" [4], são instrumentos da messe do Senhor. E como instrumentos devem sempre ter em mente o testamento espiritual de Maria, deixado nos Evangelhos: "Fazei tudo o que Ele vos disser" (Cf. Jo 2, 5). E o que Ele pede é conversão!

Referências

1. Carta de Pero Vaz de Caminha.
2. Deus Caritas Est.
3. RATZINGER, Joseph, D'ARCAIS, Paolo F. Deus Existe. Editora Planeta.
4. Voltemos a Santo Agostinho, entrevista com o Patriarca de Veneza, Dom Francesco Moraglia.

Fonte: https://padrepauloricardo.org/blog/o-que-ele-pede-e-conversao

 
 
 

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