"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
Documento sem título
 




 
 
19/03/2014
Médica ateia confere 1.400 milagres e diz: “eles existem”
 

 Médica ateia confere 1.400 milagres e diz: “eles existem”

 17 Mar 2014 01:22

http://1.bp.blogspot.com/-as0GlqZyiQU/UydV-M2K7-I/AAAAAAAAVm0/_QeO3yU9gcw/s1600/Jacalyn+Duffin+03,+dando+aula+de+Hist%C3%B3ria+da+Medicina.jpg

A professora Jacalyn Duffin dando aula de História da Medicina
 

A hematologista canadense Jacalyn Duffin estava observando no microscópio “uma célula letal de leucemia”.

Olhando para a data do exame, concluiu:

“fiquei persuadida de que o paciente cujo sangue estava examinando tinha que ter morrido”.

Entretanto, o paciente estava bem vivo.

A hematologista não sabia: ela havia sido solicitada para participar na investigação de um milagre.

Ela escreveu sua incrível história pessoal. em artigo para a BBC.

A doutora Duffin, 64, é também uma prestigiosa historiadora, tendo presidido a Associação Americana de História da Medicina e a Sociedade Canadense de História da Medicina. Além de ser catedrática dessa disciplina na Queen’s University de Kingston (Canadá).

O fato se deu em 1986 e foi seu primeiro contato com as canonizações da Igreja.

A amostra de medula fora tirada de uma jovem de 30 anos ainda viva. Estudava-se a veracidade do milagre no contexto do processo de canonização da primeira santa canadense, Maria Margarida d’Youville (1701-1771), fundadora das irmãs da Caridade, elevada à honra dos altares 14 anos depois.

O paradoxal do evento é que naqueles tempos em que os processos de canonização eram exigentes, a Igreja tendia a descartar o caso enquanto milagroso.

Existia a possibilidade de a cura ser atribuída à quimioterapia. Porém, “os especialistas em Roma aceitaram reconsiderar a decisão se uma testemunha ‘cega’ (sem saber do quê nem de quem se tratava) reexaminasse as amostras”, narrou a Dra. Jacalyn.

Ela lavrou um laudo sem saber para o quê. “Nunca tinha ouvido falar do processo de canonização e não podia saber que a decisão requeria tanta deliberação científica”, disse ela.

Pois a hematologista é ateia e não se interessava pela religião, nem pela do marido que é judeu.

Até que um dia ela foi convidada a testemunhar diante de um tribunal eclesiástico. Posteriormente, como seu laudo foi decisivo, convidaram-na para assistir à cerimonia na Praça de São Pedro.

http://4.bp.blogspot.com/--kXU4CIAbHk/UydWLgYKCdI/AAAAAAAAVm8/bw6U6eKCz64/s1600/Jacalyn+Duffin+01.jpg

A História da Medicina é a sua especialidade

    “De início eu duvidei em ir, eu não queria ofender as religiosas, porque eu sou ateia e meu marido é judeu.

    “Mas acabamos indo, vendo que elas estavam felizes de nos incluir na cerimônia.

    “Tampouco podíamos renunciar ao privilegio de testemunhar o reconhecimento do primeiro santo de nosso país”.

Ela ganhou também um exemplar da Positio, documento decisivo de cada processo de canonização. E ali viu que estavam incluídos seus trabalhos e observações.

    A ateia levou uma surpresa: “subitamente compreendi entusiasmada que meu trabalho médico estava nos arquivos vaticanos, e a historiadora que há em mim começou a querer saber de outros milagres incluídos em canonizações do passado”.

E foi assim que acabou estudando 1.400 milagres apresentados para a canonização de centenas de santos nos últimos quatro séculos.

Ela publicou um primeiro livro com suas conclusões: “Medical Miracles” [Milagres médicos].

Depois escreveu um segundo livro sobre dois santos mártires do século IV cuja devoção cresce notavelmente nos EUA e no Canadá: “Medical Saints. Cosmas and Damian in a Postmodern World” [Santos médicos: São Cosme e São Damião no mundo pós-moderno], publicado em 2013 pela Universidade de Oxford.

http://4.bp.blogspot.com/-iSbS_q6erIU/UydV8EmKRFI/AAAAAAAAVms/rvsfAV4vRhY/s1600/Jacalyn+Duffin+02,+estudou+1400+milagres+de+procesos+de+canonizacao.jpg

A Dra. Jacalyn analisou 1.400 milagres apresentados durante quatro séculos

    A Dra. Jacalyn ainda é ateia, mas escreveu:

“os ateus honestos devem admitir que acontecem fatos cientificamente inexplicáveis” e “a hostilidade de certos jornalistas periodistas procede de seu próprio sistema de crenças: como para eles Deus não existe, logo não pode existir nada sobrenatural.

    Um de seus livros: Ss Cosme e Damião, santos que foram médicos
    “Mas, se os doentes atribuem sua cura a Deus pela mediação dos santos, por que é que deve prevalecer outro sistema de crenças (o incrédulo) sobre o dos doentes? “

    Essa pretensão revela o abismo, socialmente admitido, entre acreditar na ciência e maravilhar-se diante do inexplicável”.

    E acrescentou: “os milagres acontecem e com maior frequência do que acreditamos”.

http://1.bp.blogspot.com/-oP7TnaDnvGI/UydWNmZ94GI/AAAAAAAAVnE/LlfVt5H3jk8/s1600/Jacalyn+Duffin+05,+escreveu+livro+sobre+Santos+M%C3%A9dicos.jpg


O testemunho da Dra. Jacalyn, independente de suas convicções pessoais, é um tributo ao rigor da Igreja na hora de examinar as curas sobrenaturais.

    Dos 1.400 milagres analisados, ela concluiu que “as doenças que acabam sendo curadas por milagres foram diferentes segundo a época, mas, em todas as ocasiões, tratava-se das que mais desafiavam a ciência médica”.

 

Fonte:http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com.br/2014/03/medica-ateia-confere-1400-milagres-e.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+CinciaConfirmaAIgreja+%28Ci%C3%AAncia+confirma+a+Igreja%29

 
 
 

Artigo Visto: 1570 - Impresso: 15 - Enviado: 9

 

 
     
 
Total Visitas Únicas: 3.814.463 - Visitas Únicas Hoje: 1.070 Usuários Online: 261