"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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10/06/2018
A Comunhão dos Santos
 

A Comunhão dos Santos

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Filho, Eu lhe disse repetidamente que Eu Sou Amor; e Onde há amor aí estou Eu.

Eu Sou o Amor Infinito, Eterno, Incriado, venho à terra para reconciliar e, portanto, reunir com Deus a humanidade arrancada do ódio.

O amor por sua natureza tende à união, pois o ódio por sua natureza tende à divisão.

Nós somos Três, mas o Amor Infinito une-nos intimamente em Um só, em uma única natureza, essência e vontade.

O Amor levou a Mim, Palavra eterna de Deus feito carne, a imolar-Me a fim de dar a cada homem a possibilidade de se juntar em Mim a Deus, e formar Comigo uma só coisa, como Eu Sou apenas uma só coisa com o Meu Pai que Me enviou.

Filho, por mais de cem anos o materialismo como uma sombra escura e densa, envolve grande parte da humanidade.

Ele também tem ofuscado no Meu Corpo Místico, isto na alma de muitos fiéis e sacerdotes, o dogma da Comunhão dos Santos que é uma grandiosa realidade espiritual, viva, verdadeira e operante no Céu e na Terra.

Não há termos aptos para explicar sua grandeza, poder e atuação vibrante de amor e de vida. Não há palavras em vossa linguagem, capaz de fazer compreender o invisível, o misterioso intercambio que encontra seu centro em Meu Coração misericordioso.

Poucas são as almas que compreenderam, e poucas são também os sacerdotes que, além de acreditarem abstratamente, vivem ativamente nesta Comunhão com os abençoados compreensores do Paraíso, com as almas em espera no Purgatório e com os irmãos militantes na  terra.

A morte, contrariamente ao preconceito em relação a ela, não põe fim à atividade das almas. A morte que, com uma palavra mais precisa deveria se chamar de "trânsito", é uma passagem de tempo para a eternidade, que não é pôr fim à atividade da alma, seja no bem, seja no mal.

A família de Deus

Em qualquer família ordenada no amor, cada membro que a constitui contribui com o bem comum em troca de bens dados e recebidos em uma comunhão harmoniosa.

Num grau muito maior, assim é na grande Família de todos os filhos de Deus: militantes na terra, em espera no Purgatório e abençoados no Paraíso.

Por isso, para tornar-se cada vez mais rico em frutos divinos, é necessário que a fé nesta realidade divina e humana brotada da Minha Imolação na Cruz, tenha sobre ela idéias precisas.

Se deve:

1) Crer firmemente no dogma da Comunhão dos Santos.

2) Quando se fala da família dos filhos de Deus, os sacerdotes devem deixar bem claro que a esta família pertencem os peregrinos na terra, as almas em espera no Purgatório e os justos do Paraíso, estes são os Santos.

3) os sacerdotes (muitos dos quais colocam em destaque quase exclusivamente questões sociais em favor dos irmãos militantes, deplorando com razão as injustiças perpetradas) quase sempre esquecem as injustiças mais graves feitas em detrimento das Irmãs que estão no Purgatório.

Para tal gravíssima omissão é necessário não crer no Purgatório ou não crer no tremendo sofrimento a que as almas purgadas são submetidas.

A necessidade de ajuda das almas em espera é consideravelmente maior do que a da criatura humana que mais sofre na terra.

O dever em fim da caridade e justiça para com as almas em sofrimento é mais premente para vós em que, não raras vezes, há almas purgadas que sofrem por culpa de vossos maus exemplos, porque fostes cúmplice com elas no mal ou em qualquer outra ocasião de pecado.

Se a fé não é operante, não é fé.

A vida continua

Meu filho, é necessário fazer entender com claridade que a vida continua depois do túmulo.

Todos aqueles que o precederam no sinal da fé, quer estejam no Purgatório ou já no Paraíso, ainda o amam com um amor mais puro, mais vivo e maior.

Elas são animadas por um grande desejo de ajudá-los a superar as duras provas da vida, para que atinjam, como elas já alcançaram, o grande ponto de chegada, o fim da vida em si.

Elas sabem muito bem todos os perigos que espreitam vossas almas.

Mas sua ajuda em relação a vós é condicionada em boa medida por vossa fé e vossa livre vontade para aproximar-se delas com oração e confiança em seu patrocínio eficacíssimo diante de Deus e da Virgem Santíssima.

Se os sacerdotes e os fiéis são animados de vivíssima fé, conscientes dos inesgotáveis recursos de graças, de ajuda e de dons que podem obter deste dogma da Comunhão dos Santos, verão centuplicado seu poder sobre as forças do mal.

Eu tenho dotado Minha grande Família com riqueza e poder insondáveis e a fortaleço com a força invencível de um Amor Infinito e eterno.

Recursos não utilizados

Meus sacerdotes instruam os fiéis com palavras simples e claras, dizendo que seus irmãos que já cumpriram na terra o período de sua vida temporal, não estão divididos de nós, não estão longe de nós.

Digam também que não estão inertes e passivos a vosso respeito, mas, em um novo estado de vida mais perfeito do que o vosso, elas estão perto de vós, elas vos amam. Elas tomam parte, em medida da perfeição alcançada, em todas as vicissitudes do Meu Corpo Místico.

Repito que elas não podem descartar a vossa liberdade mas, se são solicitadas por vossa fé e por vossas invocações, estão e estarão cada vez mais perto de vós na luta contra o mal.

Elas olham para vós, vos seguem e intervêm na medida determinada pela vossa fé e vossa livre vontade.

Meu filho, que imensos tesouros Meu Pai predispôs para vós!

Que imensos recursos não utilizados!

Quantas possibilidades de bem deixadas cair no vazio!

Diz-se que acredita, porém não há mais que um mínimo de coerência com a fé em que se diz acreditar.

Eu te abençoo. Me Ame!

(Mensagem de Jesus de 22 de setembro de 1975)

Do livro "Confidências de Jesus a um Sacerdote", de Mons. Ottavio Michelini

Fonte: http://www.santisimavirgen.com.ar/michelini/mensajes.htm

 
 
 

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