"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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08/10/2018
Rio lamacento
 

Rio lamacento

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Escreve, filho:

É minha intenção enfrentar os problemas da pastoral presente, mostrando primeiro as lacunas.

Para aqueles que objetam que não é positivo fazer isso, respondo que não é prudente não procurar as causas que dão origem às doenças do corpo; um diagnóstico cuidadoso é sempre a primeira tarefa de um médico consciente.

É sabedoria, por analogia, que pastores e sacerdotes, já que a eles está confiado o cuidado de Minha Igreja, façam um diagnóstico objetivo e corajoso dos males que afligem Meu Corpo Místico. Se este motivo não é válido para convencê-los, não valerá nenhum outro.

Por que tantos males se acumularam em Minha Igreja?

As razões são várias, e veremos algumas delas abaixo, mas permanece a razão central, a falta de tomar uma posição contra Satanás, como já disse em outras mensagens. Ele é a primeira causa do mal e do rio lamacento de toda a corrupção que, desde a queda do homem, foi derramada sobre a humanidade.

Esta martelante afirmação quero que tu as repitas para que os surdos finalmente entendam, se quiserem entender. Assim pois, não é uma repetição casual, mas uma repetição querida.

No Meu Evangelho diz-se que os filhos das trevas são muito mais ousados do que os filhos da luz. Todo o evangelho é verdadeiro.

Veja como os filhos das trevas se identificam com seus problemas sombrios! Eles os vivem dia e noite. Seus propósitos do mal os mantém ocupados sem interrupção de tempo; Para estes problemas eles vivem, trabalham, e neles esperam.

Olhe com que coragem eles agem: não têm medo ou vergonha de nada: enfrentam até mesmo desconforto e sacrifícios, em suma, não sofrem dessa anemia de que muitos cristãos são afligidos.

Eles são uma só coisa com seus programas, teses não certamente para a conquista do verdadeiro, da liberdade e da justiça, embora haja entre eles quem acredita de boa fé.

Consequências ilógicas

A diferença com aqueles que se consideram cristãos é muito grande. Estes últimos muito frequentemente separam suas vida dos problemas religiosos e mesmo sociais que a existência humana implica. Eu vejo Meus cristãos que, ergueram suas vidas em convicções errôneas (nem sempre por causa deles, muitas vezes por padrão de formação, seja familiar ou eclesial) se encaminham para as mais ilógicas e graves consequências.

"A religião é uma coisa, negócios é outra." Baseado neste princípio errado, o roubo e a fraude se tornam o hábito da vida, então não há escrúpulos em roubar continuamente, enganar e explorar os outros de qualquer maneira. Os ganhos ilícitos não são sequer confessados, porque tal concepção veio a ofuscar até mesmo as almas dos sacerdotes que não se propõem tais "escrúpulos".

Tu não sabes, Meu filho, quantos consagrados devem pagar após a vida terrena, ou com o inferno ou com um tempo tremendamente longo de purgatório, pelos pecados de apropriação indevida por falta ou por injusta retribuição a dependentes, por verdadeira e própria fraude e por outras coisas mais frequentes do que se acredita em Minha Igreja.

Dividir os problemas e os deveres religiosos e sociais dos demais deveres pessoais é simplesmente absurdo. Assim também é absurdo o provérbio que diz "se vive uma só vez", entendido na maneira de mudar a posição na ocasião, de lícito a ilícito.

Os filhos das trevas não são tão ilógicos: os filhos da luz, sim.

Faça a escolha

Assim, as almas são separadas de Deus, enredadas numa moralidade amoral, tornando-se como crustáceos, difíceis de converter-se.

Como se pode (eis aqui o erro!) pretender formar colaboradores com cadáveres, ou com anêmicos crônicos, tão graves que não conseguem se mover de forma alguma?

Se deve fazer compreender aos batizados desde a primeira infância que não há outra alternativa, como afirmei claramente no Meu Evangelho. Não se pode servir simultaneamente a dois mestres que têm interesses e objetivos opostos.

Ou Deus ou Satanás. O espírito humano, não digo todos os dias, mas a todo momento, está em condições de fazer sua escolha. Ou se pensa em algo bom ou se pensa em algo ruim. Ou se faz uma ação boa ou se faz uma ação má.

O problema da pastoral é um problema de substância e não de estrutura: Deus, ou Satanás, ou o bem, ou o mal!

Te abençoo, Meu filho.

(Mensagem de Jesus de 08 de junho de 1976)

Do livro "Confidências de Jesus a um Sacerdote", de Mons. Ottavio Michelin

Fonte: http://www.santisimavirgen.com.ar/michelini/mensajes.htm

 
 
 

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