"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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06/04/2019
EXORCISAR: A AÇÃO MAIS DIRETA DA PASTORAL
 

EXORCISAR: A AÇÃO MAIS DIRETA DA PASTORAL

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Escreve, Meu filho:

Eu quero te dar algumas regras que tu já deverias saber, e para as quais tu deverias ter-te atido.

1) Por que as bênçãos muitas vezes falham em produzir o efeito que elas têm o poder de produzir na raiz? Quais são as razões?

É claro e evidente que aquele que concede a bênção deve estar na graça de Deus, deve ser uma pessoa de grande fé e sólida piedade cristã, mas também quem pede, ou quem pede para Ele, deve estar na graça de Deus.

2) Se necessita isolar a pessoa que será abençoada de todas as demais pessoas que presumivelmente não são de conhecidas piedade cristã, isolá-la dos curiosos e todos aqueles que não participam do exorcismo com a oração, ou com a oferta do próprio sofrimento.

3) As pessoas orgulhosas, presunçosas, presentes, não só não ajudam o trabalho de quem abençoa, mas o atrapalha, reforçando com muito a presença e poder do inimigo.

4) Aquele que abençoa, deve ser mais do que prudente, muito perspicaz; o adversário faz de tudo para distrair quem abençoa, para esvaziá-lo e esgotá-lo; Além disso, não devemos esquecer que ele é orgulho, ódio e divisão; portanto, se ele encontrar diante de si, humildade, amor e compostura, ele fica desanimado e cede antes.

5) Aquele que abençoa deve primeiro preparar-se com a oração e reunir antecipadamente em orações com pessoas boas e piedosas.

6) não é prudente por parte daquele que abençoa, aceitar o diálogo, mas em casos raros e determinados.

7) Nem todos aqueles possuídos por espíritos malignos são iguais em igual medida; Existem diferentes espíritos em grau de inteligência, em força de vontade, em poder de deslealdade.

8) Há certos demônios, que não podem ser derrotados e expulsos, mas por exorcistas santos, santos, verdadeiramente santos.

9) É sempre uma norma não só de sabedoria, mas de prudência, de ser imunizado antes de começar a bênção, fazendo pelo menos três vezes o sinal da Cruz, feito em si mesmo, ou melhor ainda, fazendo um exorcismo em si mesmo.

10) Se toda ação pastoral tender a arrancar almas de Satanás e do inferno para trazê-las de volta e entregá-las a Deus, este é o único fim pelo qual o Pai Celestial enviou Seu único Filho à terra para se sacrificar na Cruz. Então fica claro e evidente que aquele que exorciza realiza a ação mais direta da pastoral, contra as forças negras do mal, aquele que abençoa ou exorciza é comparado a um soldado que não se limita a executar tarefas defensivas, mas corajosamente vai atacar o inimigo entrincheirado em sua fortaleza. Aquele que exorciza é o soldado forte e corajoso que enfrenta o inimigo em uma luta corpo-a-corpo; ele realiza um duelo que o expõe à ira do inimigo e à vingança do inimigo, e assim como todas as ações valentes e heróicas estão sempre ligadas ao risco.

11) Ai do exorcista presunçoso e superficial, que é apanhado espiritualmente despreparado; ele chega a estar nas condições de um combatente despreparado, desarmado diante de um inimigo mais forte que ele, mais experiente e mais preparado, o destino do confronto infeliz é assim claro. O exorcista sensato não se dispõe nunca a enfrentar seu inimigo se ele não tiver a consciência segura de estar em boas condições espirituais.

12) Raramente o exorcista, mesmo sabendo que está enfrentando um inimigo mais aguerrido, mais forte e mais poderoso por natureza, conhece sua posição e suas prerrogativas pessoais.

13) O invadido, o subjugado, o possuído (se está em graus), deve contribuir para a ação daquele que abençoa com atos sinceros de humildade, de arrependimento, buscando com esses atos anular as coisas ou ações que tenham facilitado o domínio do inimigo sobre ele.

14) Te repito, Meu filho, que é uma regra sensata isolar aquele que se exorciza a fim de neutralizar a diabólica insidia dos poderes sombrios do mal que buscam sempre  amigos e colaboradores, e tais são para eles todos aqueles que estão em pecado mortal e que assim formam uma barreira em torno do sofredor, que dificulta fortemente e às vezes cancela a ação do exorcista, especialmente se o exorcista não tem ou não está nas condições ideais para uma boa luta. Por esta razão, freqüentemente acontece que exatamente aqueles que pedem a intervenção do exorcista para uma pessoa que eles querem ajudar, são depois eles mesmos que vão impedir ou mesmo anular a ação daquele que abençoa.

15) Tudo o que vós, sacerdotes e bons leigos, fazeis para o bem, esses seres fazem para o mal.

16) Por que, Meu filho, Eu quis te contar essas coisas? Por que Eu quis te dar essas regras? Para que tu tenhas uma idéia mais precisa da luta que está em ação, para que os sacerdotes e os bons leigos que abençoam estejam sempre mais preparados e mais prontos para esta atividade pastoral, em comparação com a qual todas as outras atividades assumem um aspecto marginal.

17) Seria uma coisa excelente que Dom P. e amigos na reedição do livreto de bênçãos incluam estas normas que, na Igreja regenerada, devem ser conhecidas por todos.

18) Eu te abençoo, filho, e Comigo te abençoa Minha Santíssima Mãe e abençoamos contigo a todos os santos sacerdotes que vivem em harmonia e coerência com Meu Evangelho e todos os bons leigos que corajosamente lutam em união com esses santos sacerdotes pelo triunfo do Meu Reino nas almas.

(Mensagem de Jesus de 16 de abril de 1977)

Do livro "Confidências de Jesus a um Sacerdote", de Mons. Ottavio Michelin

Fonte: http://www.santisimavirgen.com.ar/michelini/mensajes.htm

 
 
 

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